Capítulo 19: Romeo

960 Words
(10 Meses Antes) Quando o ritmo recomeçou firme, Carmem não aguentou. O atrito constante em um canal tão sensível provocou uma nova onda imediata. Ela gozou de novo, soltando um gemido rasgado, e conseguiu escapar debaixo de mim, puxando o corpo para frente. Arrastando-se pelo edredom, o corpo inteiro dela tremia da cabeça aos pés. Fiquei parado na mesma posição, apenas observando a fuga inútil. Os s***s redondos subiam e desciam em um ritmo descompassado, a respiração falhando enquanto ela tentava puxar o ar. A pele pálida reluzia sob a claridade das lâmpadas do quarto, coberta por uma fina camada de suor. Eu adorei aquela visão. Ela estava completamente derretida, rastejando pelo colchão em uma tentativa de escapar do prazer absoluto que eu causava. A i********e dela devia estar dolorida e hipersensível após orgasmos tão rápidos e seguidos. Mais do que isso, eu amei o olhar de medo que ela me lançou. A expressão nítida de quem acreditava ter cometido um crime imperdoável ao escapar do meu p*u, ao abandonar a penetração e negar a sua b****a quente apenas por não suportar a intensidade. Sorri, cruzando os braços enquanto ela me olhava, os olhos úmidos, quase chorando. Aquele era, sem sombra de dúvida, o melhor início de ano que eu poderia ter. Levantei e fiquei de pé ao lado da cama, pisando no piso frio. O meu cajado firme pendia de um lado para o outro com o movimento do meu corpo, atraindo o olhar da criada por um breve instante. — Então você me n**a o seu corpo? — Perguntei, a voz baixa. Carmem engoliu em seco. A voz dela saiu trêmula: — Foi demais... eu não consegui suportar, Signor Romeo. — Você quer me irritar? — Claro que não. — Então venha até aqui, agora. De joelhos. Ela hesitou por uma fração de segundo antes de obedecer. Carmem engatinhou até a beirada do colchão, movendo-se de quatro na minha direção. A calcinha de renda preta ainda estava presa nos quadris dela, deixando a sua b***a insuportavelmente atraente na minha linha de visão enquanto ela se aproximava. Quando o rosto dela ficou a centímetros do meu quadril, apontei para a minha própria carne. — Chupe. Ela arregalou os olhos, recuando o pescoço ligeiramente. — O quê? Mas... estava dentro de mim! Avancei a mão direita e agarrei os fios do cabelo dela, prendendo-a no lugar. — E o que é que tem? Não foi problema antes! Eu não esperei por permissão. Puxei a cabeça dela para baixo e empurrei o meu quadril para frente, forçando-a a engolir o meu p*u até a metade de uma só vez. A ponta grossa bateu direto no fundo da garganta. Carmem fez um som úmido e abafado, quase se engasgando. As mãos pequenas dela agarraram as minhas coxas para manter o equilíbrio. Os olhos escuros me encararam de baixo para cima, brilhando com uma raiva nítida enquanto eu continuava a segurar o seu cabelo e empurrar. Afundei um pouco mais. O reflexo natural do corpo não a permitiu ir além. Ela puxou a cabeça para trás com força, tirando tudo e tossindo repetidas vezes contra o colchão. Um fio de saliva escorreu pelo queixo dela, acompanhando a umidade. — O que você diz do seu gosto? Delicioso, não acha? Eu não dei tempo para ela formular uma resposta. Soltei o cabelo dela e a empurrei pelos ombros. Carmem caiu de barriga contra a cama. Subi no colchão e montei sobre as pernas dela. Puxei a lateral da calcinha preta, afastando o tecido de vez, e separei as nádegas macias com as duas mãos. Abaixei o rosto e a beijei ali. Minha boca cobriu a i********e, chupando a b****a molhada e inchada, para em seguida passar a língua brevemente no ânus dela. As pernas de Carmem se contorceram todas sob o meu peso, o atrito repentino disparando uma reação elétrica no seu corpo pequeno. Ergui meu tronco, segurei meu p*u e empurrei direto na b****a dela, indo até o fim de uma única vez. O impacto a fez arquear as costas. — Deixe-me ir por cima... — a voz dela saiu chorosa, abafada contra o travesseiro, como se sentisse dor aguda e lutasse para conseguir respirar ao mesmo tempo. Puxei o meu quadril para trás, tirando o meu m****o dela. — O quê? Carmem virou o rosto na minha direção, o suor colando fios de cabelo na bochecha. — Eu gostaria de aprender... deixe-me cavalgar o senhor. Achei a atitude fascinante. Uma garota do interior, ainda lidando com o impacto da dor e do sexo cru, pedindo para ditar o ritmo. Fiz um aceno com a cabeça, permitindo a mudança. Nós reajustamos as posições na cama. Deitei de costas no meio do lençol bagunçado. Carmem deslizou a calcinha pelas pernas e removeu a peça de vez, jogando-a no chão. Ela passou uma perna por cima de mim e montou no meu quadril. Suas mãos seguraram a base do meu m****o firme, alinhando a ponta com a entrada dela. Ela desceu devagar, passando pouco mais da cabecinha, até encontrar um ponto onde o corpo suportasse a espessura. Percebi, pela movimentação do peito pálido, que ela voltou a respirar muito melhor. Aquela mudança de posição tinha sido apenas uma manobra para deixá-la mais confortável e controlar a profundidade do impacto. Ainda assim, não me importei. Apreciei a visão detalhada do corpo dela totalmente nu, erguido sobre mim sob a iluminação suave, e aproveitei a sua iniciativa. Levei minhas mãos até a cintura fina dela, apertando a pele úmida. Passei a guiar os quadris de Carmem, puxando-a para baixo e empurrando para cima no ritmo que me agradava, ensinando-a o movimento exato de como cavalgar, plenamente convicto de que eu estava moldando os desejos da minha criada.
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