Enquanto era guiada pelo soldado que nunca tinha visto, Marcela se perguntava se estava sendo muito descarada e irresponsável por largar metade do seu trabalho pendente para vir ver o homem que não só se apoderou de todos os seus pensamentos mas estava lhe invadindo até os sonhos. Descarada ou não, ela já estava ali, então não adiantava mais ficar pensando nisso. O soldado que tinha ordens expressas de deixá-la na porta e ir embora fez como lhe ordenaram. Deixou Marcela diante da porta e foi para sua casa. Marcela respirou fundo e bateu na porta três vezes. A porta foi aberta, ela foi puxada para dentro, escutou a batida e de repente seus lábios estavam sendo atacados, suas pernas estavam ao redor do corpo dele e suas costas bateram na madeira atrás de si violëntamente. Marcela batëu no

