EMILY NARRANDO Acordo meio zonza sem saber onde estou ou como vim para aqui, a ultima coisa que me lembro forçando a mente é do carro sendo parado bruscamente e logo uma neblina cinza tampando nossa visão, depois daí senti um puxão e logo apaguei. Quando percebo que estou sozinha me bate um desespero e começo a olhar ao redor procurando meus filhos mais esta tudo escuro, estou sentada e conforme eu vou me movendo vou batendo em algo gelado, coloco as mãos e parecem ser grades, tento me levantar mais bato a cabeça, estou numa jaula. Fico tateando a grade a procura de algo que possa me da a visão de alguma coisa e sinto um tipo de tecido tipo uma lona levanto um pouco e meus olhos ardem com as luzes que estão acesas, fecho os olhos por um tempo e vou abrindo aos poucos quando me acostumo

