MARK
Eu não sei o que tinha acontecido comigo em um momento eu estava me concentrando em perfura a carne do Brutus, em outro, minha visão estava escura e eu só ouvia vozes eu via meu corpo via as pessoas mais eu não controlava meus movimentos, eu só sentia vontade de queimar, eu sentia a palma da minha mão esquenta.
Algo diferente em meu corpo, uma força que eu nunca tinha sentido, junto com um desejo de sangue e vingança.
Evitei falar com o anão sobre isso, na verdade eu nem sabia o que tinha acontecido, assim que eu cair na agua toda raiva se esvaiu. Resolvi dormi talvez recuperar a sanidade mental.
Não foi difícil dormi já que eu estava exausto. Mas tive sonhos não muito bons, eu estava em um lugar escuro mais uma escuridão que não me impedia de ver as coisas, o chão ao qual eu pisava parecia feito de algodão.
- Você demorou garoto – uma voz das sombras falou.
Procurei de onde vinha a voz, era a voz de um homem isso era fato, ela reverberava no ar, como um coaxar de sapos na lagoa era firme mas sem força, de um jeito estranho era acolhedor, como um professor conversando com um aluno esforçado.
- não fique com medo, eu sou Aspen.
Eu dou uns passos para traz, na minha frente um ser aparece, vestido em mantos negros como o mais profundo abismo, contrapondo com seu manto, sua pele era branca como a neve, chegava a doe olhar demais. Seu rosto tinha uma aparência angelical, seus olhos de um azul escuro como a noite, seus cabelos eram como os da maioria dos elfo grande até os ombros, também negros, sua postura era serena como se tivesse todo o tempo do mundo, eu não sabia quem ele era mais sem esforço ele exalava um poder incrível. A impressão que eu tinha era que esse lugar todo era a extensão do seu poder.
- Que lugar é esse? – minha voz sai mais fraca do que eu queria, mas assim como a dele ela reverbera no ar.
- Boa pergunta – ele fala colocando a mão no queixo - aqui é o caos, o início de tudo mas também é o fim de tudo, onde pensamentos saem e onde sonhos morrem, mas vamos logo ao que interessa, a séculos eu não apareço para a humanidade mais você conseguiu minha atenção, mago do caos – ele fala simplesmente.
- Que? Para mago do caos? Do que você tá falando? Eu sou um mago Elemental.
- Haha sim, sim mago Elemental mas também do caos, é simples você é um dos poucos humanos que nasceram com meu poder – dizendo isso a paisagem escura a nossa volta parecia se curva diante do homem – quer dizer, meu verdadeiro poder, os outros são charlatões.
Com um estralar de dedos estávamos em um penhasco com vista para o céu escuro, abaixo uma cascata de aguas negras, a vista era linda mesmo a noite.
- Bom você conhece as lendas sobre as divindades que criaram o mundo - ele continuou a falar tirando minha atenção do horizonte - Eu sou uma delas mais seu povo me conhece como VAZIO, TEMEROS ou devorador do sol, por mais que eu não goste do título, até porque isso não é verdade, o sol na verdade é meu irmão. Eu ganhei muitos nomes com o passar dos anos, alguns me fazem rir, outros só aumentam minha raiva.
Ele parecia ser o tipo de pessoa que gosta de divagar sobre a própria vida.
- eu lembro de ter estudado sobre você mas o que isso tem a ver com eu ser mago do caos?
- todos meus irmãos colocaram sangue e suor na criação do mundo e por isso as vezes, alguns viventes da terra ganham habilidades especiais, ou seja nossas habilidades, no meu caso pessoas que nascem com meu dom tem o poder do caos.
- então os magos necromantes são culpa sua?
- não eu não tenho nada a ver com isso, meu poder se basear em transforma elementos comuns em caos, igual ao que você fez com a chama, necromantes são um lixo sobre a terra.
Quando ele fala isso lembro de quase mata as pessoas inconscientemente. Fico triste com o pensamento, como se estivesse lendo minhas emoções ele fala:
- Calma, não se remoa aquelas pessoas matariam vocês se não fugissem, você estava dormente deixou seu poder interno agi por conta própria e foi isso que impediu eles de matarem vocês. Mas isso não vem ao caso agora, o que interessa é que o poder está em você, mas você tem que parar de tenta conte-lo. Se você não aceita seu poder isso vai te consumir e é aí que eu entro.
- você vai tirar de mim esse poder? Porque eu não quero isso.
- não vou fazer isso me interessei em você quero ver o que minha irmã tem preparado para sua vida, minha ajuda é essa.
Sua mão começou a escurece virando uma esfera n***a.
- isso é o caos puro sem elemento nenhum – o que ele fez em seguida foi rápido demais eu só senti uma dor rasgando a pele.
Ele acertou minha barriga com a esfera n***a, com a outra mão segurava meu ombro, e foi só por isso que não cair de joelhos. Minha pele começou a absorve a escuridão, o ar sumiu de meus pulmões por alguns segundos.
- o quê... – minha voz não saia, parecia mais um sussurro.
- eu destravei sua mente e seu corpo, você não vai mais sai do controle, e vai conseguir usa o poder do caos sempre que quiser, e acredite em mim você vai usa Haha. Mantenha minha atenção na sua jornada garoto, nos vemos depois.
Dizendo isso, tudo sumiu e eu acordei no susto as margens do rio, com um anão do meu lado roncando. A dor na minha barriga não tinha sumido. A noite ia dando lugar a uma manhã, estranhamente a noite parecia ri de mim.
Segundo meu povo o sol vencia mais uma luta toda vez que a noite sumia dando lugar a manhã, mas a sensação de que a noite nunca mais ia me abandona não saia de mim...