Ela veio me visitar na minha casa de praia, nas férias de verão. Estávamos sozinhos, só o som do mar quebrando no calçadão e o vazio da casa toda pra gente. Até então já tínhamos feito muita coisa juntos, mãos bobas, bocas inquietas, mas ela sempre dizia que queria esperar mais pra tränsar, e eu, mesmo com o tesãø latejando, respeitava. Era de madrugada e ela devia ter ido ao banheiro, ou tomar água, e me deixou dormindo na cama. Eu estava virado de barriga pra cima, como costumo dormir quando fico sozinho. Então ela chegou. Senti o colchão afundar, um calor se aproximando. Abri os olhos só o suficiente pra ver ela de calcinha e camiseta, sem sutiã, o contorno dos seiøs desenhado contra o tecido fino. Ela gatinhou sobre a cama e ficou em cima de mim, sem me acordar de verdade. Então ergu

