JULY A gente tinha acabado de chegar do cinema, e aquele tesãø já tava fervendo desde o meio do filme. Jair me puxou direto pro quarto, nem ligou a luz direito. A única iluminação vinha do corredor, porque a porta tinha ficado aberta. Ele deitou de costas na cama, subi por cima, me encaixando entre as pernas dele. Meu vestido curto já tinha subido tudo, mostrando a calcinhä. Eu já sentia o volume dele, düro e quente, pressionando minha bucetä por cima da calça. Comecei a rebolär bem devagar, sentindo ele endurecer ainda mais. Jair apertou meu seïo por cima do tecido do vestido, gëmi baixinho, jogando a cabeça pra trás. Foi quando senti, uma palmadä. Não foi forte, mas foi firme, e veio direto na minha bundä empinada pra porta. Girei a cabeça pra trás tão rápido que quase torci o pescoço

