O caminho até o restaurante foi lento. Igor dirigia com cuidado,abaixo do limite de velocidade. Betânia me ligou umas dez vezes pra confirmar se íamos mesmo.Claro que eu não atendi todas,só duas eu acho. Depois de jantar vamos pra uma boate e beber um pouco,pra espairecer. —Que eles ainda estejam lá.-comento. —Não iam perder a oportunidade de beber as minhas custas. —Claro que não. A comemoração é pra ele,então obviamente ele arcará com as despesas.Se ele aceitar a minha contribuição,não vou deixar que ele pague tudo sozinho. Ele estaciona ao lado da fachada do restaurante.Não se tem uma grande movimentação,mas também não tem pouca gente. O manobrista pega as chaves pra levar pra garagem. Igor me dá o braço e entramos,já vendo a grande mesa que a galera está.Alguns aperitivos e b

