Morte narrando Assim que deixei a Gabriela na casa dela, eu subi direto para a boca, porque precisava ver como estavam as paradas por aqui e também saber se o Dom já tinha almoçado e se não tava pelo morro aprontando. Assim que parei o carro em frente à boca, Cobra veio andando de lá de dentro com a cara séria, e eu já sabia que tinha dado alguma merda. — Coé? — eu pergunto para ele. — Coé? Aquele terror do caralh.o. Olha, Morte, já tô falando sério: você precisa dar um jeito naquele moleque. Moleque do caralh.o mano, perturbad.o, filho da put.a — ele fala xingando o Dominique de tudo quanto e nome, e eu olho sério para ele. — Tu tá falando de uma criança, caralh.o. Dá uma segurada aí. — Criança? Aquele filhote do capet.a me deu um prejuízo do caralh.o, e é você que vai pagar — respi

