O gabinete permaneceu em silêncio por alguns segundos depois que a porta se fechou atrás de Nicholas. O som seco ecoou pela sala como um ponto final. Radovan foi o primeiro a se mover. Andou alguns passos, a capa pesada roçando o chão de pedra, o rosto tomado por uma fúria m*l contida. — Seu filho é um insolente. — disse, enfim, cuspindo as palavras. — Quem esse moleque pensa que é para me afrontar daquela maneira? Edmund respirou fundo antes de responder. Estava pálido, mas manteve a postura. — Nicholas é jovem. — disse, controlado. — Idealista demais, talvez. Mas eu vou conversar com ele. Ele não vai cumprir isso. Radovan soltou uma risada curta, sem humor. — Conversar? — repetiu. — Edmund... já ficou claro há muito tempo que você não controla esse menino. Edmund se levantou lent

