Andreia P odem dizer como eu conseguia me meter em uma confusão dessas… sem nem procurar? Olhei para o garçom, completamente molhado por causa do meu cuspe. — Me desculpa, eu… Ele nem me deixou terminar, saiu me xingando de desastrada. Ótimo. Perfeito. Maravilhoso. Olhei ao redor, todo mundo encarando. A Tati se levantou e me abraçou. — Parabéns, mamãe! — Para, Tati! Justo quando eu mais precisava de uma amiga… — Se fazendo de santinha na frente das amigas… — debochou ela — mas por trás… — TATI, CALA A BOCA! O resto do pessoal estava em choque. Eu também. — Acho melhor a gente conversar em outro lugar — disse Edson. Antes que eu respondesse, Tati levantou o copo: — EU PROPONHO UM BRINDE… AO MEU SOBRINHO! Ela gritou tão alto que o bar inteiro começou a aplaudir. Eu queria des

