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DEVENDO AO PESADELO, [29/06/2023 23:59] Capítulo 22 Pesadelo narrando O baile encheu rápido de mais, mais rápido do que normalmente, a gente ficava alerta em todas as entradas e a segurança redobrava, era difícil a policia querer invadir durante um baile mas tudo pode acontecer a qualquer momento. Eu encaro Marielle de longe com um copo de bebida na mão, encaro o garçom que era o Julian que adorava enfiar d***a nas bebidas das garotas e ele me encara e eu faço sinal dizendo que no copo da Marielle não era para colocar e ele assente com a cabeça. — Não cansou ainda dela? – Jk pergunta — De quem? – eu respondo — Da Marielle – ele fala — Não, ainda tá de boa – eu respondo – até que dar para o gasto – Martin me encara. — Está estragando a vida da garota. – ele fala — Ela deveria ter pensado mil vezes antes de dever para o morro. — Não é ela, é a mãe. — É a mesma coisa mora junto e ela nem pode reclamar, ta tendo dinheiro para dar vida boa a irmã, tinha que me agradecer – eu me jogo para trás e acendo mais um baseado. — E o policial? – Mosca pergunta — O filho da p**a do Ricardo, o que que tem? Quer realmente estragar a minha noite falando dele? — Ele assumiu , você viu? Está em todos os jornais – Mosca fala — Não por muito tempo – eu falo jogando o baseado longe – logo aquele filho da p**a vai está morto. — O informante na policia disse que ele quer subir o morro – Jk fala – e você sabe que isso tem haver com o pai da Marielle. — Nem me fala – eu falo vendo Marielle rir com as meninas, mas o tempo todo ela me encarava e desmanchava o sorriso. – Esse pai dela trouxe problemas. — E a mãe dela que saiu do morro. – Martin fala – para onde será que foi? — Não sei e espero que ela não volte – eu falo — Poxa é a mãe da garota, ela e a criança vão ficar sozinha? – Martin pergunta — Essa mãe dela não vale nada, rouba o dinheiro que ela tem para comprar o leite da própria filha – eu falo – será que elas precisam dela? Só traz problema para dentro do morro, que vaza de uma vez. — E se ela foi levar informação para Ricardo? – Jk pergunta – você sabe – eu o encaro,. — Ai ela morre , nas minhas mãos ou nas mãos dele – eu respondo. O assunto sai da pauta e a gente começa a organizar outras coisas para o morro, o baile vai passando e o camarote vai enchendo, nossos parceiros de outros morros vão subindo e eu encaro o bar vendo que elas tinham desaparecido. — CaDê elas? – eu pergunto me levantando nervoso. — Não sei – Martin fala — c*****o – eu falo para Julian – cadê as garotas? — Eu não, dei a bebida para elas como você pediu – ele fala — Como assim eu pedi? Eu mandei não batizar a p***a da bebida. — Eu batizei achei que era isso que você queria – ele fala – nunca vi mandar não batizar. — Seu filho da p**a – eu falo — m***a – Martin fala — O que foi? — Olha lá embaixo – ele fala Eu encaro lá embaixo vendo as três dançando, porém Marielle estava muito mais animada que os outros, é quando ela começa a dançar com um homem que deveria ter vindo do asfalto, ela sorria e ele agarra ela pela cintura e tenta beijar ela. É quando eu pego a arma e começo atirar para cima fazendo com que todos parem de dançar e a música também. Marielle sobe o seu olhar para o meu e eu a encaro. — Eu vou te m***r – eu grito e ela sai correndo que nem uma doida pelo baile procurando a saída. DEVENDO AO PESADELO, [30/06/2023 00:17] Capítulo 23 Marielle narrando A gente já tinha tomado vários copos e resolvemos descer para o baile. — Essa bebida é muito boa – Helo fala dançando bem alegre. — Deveria está lá em cima – eu falo — Relaxa – Ingrid fala – ele nem vai sentir sua falta, tá cheio de p**a lá. Eu acabo assentindo com a cabeça e a gente começa a dançar, as musicas vem e vai e a gente se mete no meio da pista, um cara se aproxima. — Está solteira? - ele pergunta — Depende – eu falo vendo seu sorriso lindo — Thiago – ele fala — Marielle – eu respondo sorrindo — Você é linda, vamos sair daqui dar uma volta. — Não dá, estou com as minhas amigas. – ele as encara e elas dançam que nem perceberam que eu estava conversando com alguém. — Rapidinho, elas nem estão ai para você ver. Aqui dentro tem muita gente. — Vou ficar por aqui – eu falo me afastando vendo que Pesadelo poderia ver a cena e sorrio para ele – se falamos depois. – ele me puxa pela cintura — Você é linda. — Me solta – eu falo tentando empurrar — Só um beijo – ele tenta me beijar e quando ele tenta , escuto disparo. O baile todo para eeu o empurro, olho para cima e Pesadelo me encara com a arma na mão, eu o encaro e eu tremo na base. — O que está acontecendo? – Heloisa pergunta Ele fala algo mas eu não fico ali para escutar, eu simplesmente saio correndo baile a fora, batendo e derrubando todo mundo, eu saio correndo com todas as forças que eu tinha e saio do baile, eu olho para todos os lados e subo em direção o começo do morro, apenas com a lanterna do meu celular eu começo a subir, eu fico em uma parte que era tipo lage e tinha uma caixa de água e eu entro nela quando vejo a sombra dele subindo, eu fecho a tampa e ela estava cheia, mas não toda, eu fico ali dentro. — Sei que você está aqui sua p**a – ele grita – eu juro que eu vou te m***r, eu juro. O que eu falei? Que não queria problemas – ele atira para cima e eu dou um grito. Ele abre a tampa da caixa de água com tudo. — Por favor não me machuca. — Você vai facilitar meu trabalho, vou te m***r afogada. – ele fala nervoso Ele tenta empurrar o meu corpo para baixo na caixa da água, mas eu seguro em sua barba com força. — Larga sua v*******a – ele fala — Me larga você – eu falo nervosa e ele me solta e eu salto para fora da caixa da água o mais rápido possível. — Sua v***a, tava se enroscando para outro homem. — Não – eu negava e estava super zonza por causa da d***a e meio bêbada. Ele vem que nem um furacão para cima de mim e segura em meu braço, eu o encaro e começo a rir, voluntariamente a gargalhada vem e ele me encara sério e eu começo a rir sem parar, tinha alguma coisa muito forte naquelas bebidas que estava me fazendo perder totalmente a noção. — Porque você tem flores na cabeça? – eu pergunto vendo flores na cabeça dele e começo a rir e tento pegar elas e ele me encara sério. — Drogada dos infernos – ele fala nervoso e eu começo a rir — Não me pega asism com força não – eu falo rindo achando tudo uma graça. Eu estava totalmente fora de mim e ria de tudo, era tudo colorido, tinha borboletas e muitos passarinhos cantando. — Escuta – eu falo com os dedos para cima – escuta eles estão cantando. – ele revira os olhos e me pega no colo me colocando sobre os ombros. — Cala a p***a da boca – ele fala e eu dava socos em suas costas — Um unicórnio – eu falo vendo um unicórnio seguir a gente – ele está nos seguindo, corre corre cavalinho – eu batia em suas costas – corre cavalinho vamos fugir do unicórnio. E eu desmaio.
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