Capítulo 6

2601 Words
P.O.V S/n Elas estavam com um cheiro diferente e estranho, forte e delicado ao mesmo tempo, me aproximo mais delas e começo a cheirar seus corpos. –Cheiro? Que cheiro? Não estou sentindo nenhum cheiro, e vocês?–Indagou Leah para todos, sendo respondida com um "não" em uníssono. Será que elas estão grávidas? Me lembro que havia alguns testes de gravidez em uma gaveta do nosso quarto, me pergunto como elas apareceram lá... Sai da cozinha e fui correndo para o quarto, em busca dos preciosos testes, e quando entro, dou de cara com uma mulher desconhecida e nua em minha cama. –Quem é você?–Pergunto, pasma, tampando meus olhos com as mãos e me afastando a passos lentos. Ouvi quando ela levantou-se da cama e caminhou na minha direção, rapidamente apressei meus passos e sentir minhas costas baterem em algo, me fazendo grunhir pela dor. –Eu sou sua nova guardiã!–Murmura, sua voz delicada e fina soando perto de meu ouvido, se agarrando ao meu corpo, com seus braços se entrelaçando ao meu pescoço. –Amor, você est...–Dizia Rosalie, até sua fala morrer, e isso havia me deixado deveras nervosa. As outras garotas chegam alegres, mas suas alegrias vão por ralo abaixo, me mantinha de olhos fechados, não queria ver a merda que havia dado. Escuto choros e abro meus olhos, preocupada, empurro a garota que nem conheço para longe e vou correndo até às meninas. –Vocês entenderam errado, meus amores, e-eu não conheço ela!–Conto, tentando me explicar nervosamente –Então por que ela está pelada? Ela parece conhecer você!–Grita Jane, choramingando, olhava mortalmente para a guardiã, sendo ácida com suas palavras. Ela começa a fazer suas malas e as outras também, e, embora em vão eu tenha me contido, não consegui segurar as lágrimas. –Queridas, deixa eu explicar isso, por favor!–Imploro, usando meus poderes para fazer com que parassem. –O que? Diga logo, eu tenho que ir embora, não vou ficar ao lado de uma pessoa como você!–Rosalie grita, e tento me aproximar vagarosamente, no entanto ela joga um vaso em mim, que por um fio desvio. Suas palavras doíam tanto e eu sei que ela sentiu minha dor, estávamos conectadas, elas não poderiam fazer isso comigo, não quando na noite passada havíamos nos amado de corpo e alma, tentei acreditar que iriam desistir e largar as malas, contudo suas faces continuavam sérias. –Eu entrei no quarto e ela estava pelada, havia até fechado meus olhos para não ver ela, foi ela que me agarrou!–Contei, tremendo enquanto chorava horrores.–Por favor, entendam, eu amo vocês, não me deixem!–Sussurro, deixando as lágrimas descerem, com a dor em meu peito aumentando gradativamente. Naquela altura já havia me esquecido de tudo, apenas prestava atenção nelas, que se permaneciam quietas, quando começaram a sair sem olhar se quer em meu rosto, menos Leah que me olhou com repulsa e desprezo. –Você fez a mesma coisa que ele, eu te odeio!–Leah murmurou, chorosa, antes de partir. Cai de joelhos no chão, gritando o mais alto que podia, para extrair a dor em meu peito, não controlando meus seres e destruindo o quarto com meus dons, fazendo tudo voar e se quebrar, tornando o ambiente tenso e perigoso. P.O.V Narradora Meses depois... Dois meses se passaram e nada delas se verem, as ômegas descobriram que estavam grávidas e a alfa lúpus estava a pura destruição... S/n tentava todos os dias se manter viva por suas ômegas, sempre as visitando enquanto dormiam, deixando todas as vezes alguns petiscos para que comessem. Não saía mais de casa e quando saía, era só para visitar suas amadas, que já estavam com uma barriga saliente. A guardiã de S/n se desculpou e foi tentar consertar as coisas, mas não conseguiu nada, a não ser a irá de 3 grávidas. –É amanhã, Emma?–S/n pergunta, enquanto bate em um saco de areia com bastante força, observando ele voar até o outro lado da sala. –Sim, eu comprei algumas armas para você!–Emma conta, sorrindo, seus cabelos eram ruivos e sua pele era escura, mas um escuro ardente e intenso, tendo belos olhos azuis. –Valeu...–foi a única coisa que disse, ela não tinha ânimo para nada ultimamente, sempre tristonha. Com Jane... Ela acariciava sua barriga em frente ao espelho, podia ainda estar pequena, mas já tinha certa saliência. –Deveria tirar essa coisa de você, é uma aberração!–Afirma Félix, com sua voz esbanjando seu nojo e desprezo a criança. –Feche a sua boca para falar do meu filho, seu desgraçado!–Jane esbraveja, rosnando, não se podia falar de seu filho, se não, ela ficava irada. –Você não vai conseguir lutar assim!–Ele diz, com repulsa, olhando com extremo ódio para a barriga da vampira a sua frente. –Só por que estou grávida? Você é um i****a mesmo, sai do meu quarto!–Aponta para a porta, séria, seu humor não era um dos melhores. Ela amava o seu filho e faria de tudo por ele, até mesmo passar por cima de qualquer um para que ele sobreviva. Com Rosalie... –Como vai a mamãe do ano?–Indaga Alice, sorridente, ela sempre tentava animar a gestante, mas nada dava certo. –Você já sabe a resposta...–Disse Rosalie, com tédio revirando os olhos e começando a comer a comida que tinha na cômoda, ela estranhava, pois sempre que dormia a comida aparecia. –Tenha mais ânimo, Rose, entenda o lado dela, ela já te explicou tudo!–Alice murmurou, tentando-a convencer de voltar para a garota. Todos ali sabiam que a hibrida visitava a grávida todas as noites, e tinham a enorme esperança de que voltassem a se encontrar, a se namorar. –Se ela me quisesse, viria me procurar e não ficar com aquelazinha lá!–Ela discorda, cruzando os braços e ficando emburrada. Por um momento, Alice quis contar que a própria a visitava todas as noites, mas se lembrou que a híbrida havia pedido segredo quanto a isso. –Ela ama você, Rose, eu vejo isso...S/n está sofrendo muito e seu filho também vai, se você continuar sendo orgulhosa!–Reclama Alice, séria. –Ela me ama, mesmo?–Rosalie indaga, seus olhinhos brilhando com esperança. –Sim, corra atrás dela!–Alice murmura, sorrindo, achando que seu plano havia dado certo. –Eu não vou, aquela meretriz ainda deve estar lá!–Ela faz biquinho, chateada, mudando totalmente de humor. –Eu desisto!–Alice sussurra, suspirando em derrota. Com Leah... –Seth, como ela está?–Indaga Leah, curiosa. Havia mandado o lobo ir ver como a híbrida estava, sua saudade a matava lentamente, deixando-a ansiosa para ver sua amada outra vez. –Ela está terrível, parece que nem sair de casa ela sai!–Murmura Seth, pesaroso, ele era o pombo correio de grávida. Leah mesmo tendo dito que a odiava, era mentira, a loba sentia saudades da sua anjinho e não conseguia a tirar de sua cabeça, tanto que as vezes se tocava sem perceber, pensando na garota anjo, acariciando seu corpo. –Acha que é melhor eu ir visitar ela?–Ela pergunta, indecisa. –Acho, acho não, tenho certeza, Leah!–Ele concorda, olhando-a sério. –Mas ela ainda 'tá com aquela garota?–Pergunta, cruzando os braços enquanto tinha um olhar rancoroso. –Meu deus, Leah, deixe seu orgulho de lado e vá até ela! A loba virou a cabeça, fazendo biquinho, olhando Seth sair do quarto suspirando derrotado. (...) Era o dia da guerra, todos estavam posicionados em defesa e as grávidas protegiam umas as outras, sendo protegidas por todos que estavam às arrodeando, como um grande escudo. Não podiam ficar em casa assim, se não, os vampiros recém-nascidos poderiam ir até lá e matá-las sem ninguém estando ao seu lado, e mesmo que tivesse, não daria conta. Os recém nascidos começam a sair entre as árvores e o que parece ser sua líder, sai dentre eles, ficando a frente de todos eles. Ao longe apareceu duas figuras, Emma e S/n, pôde se ver a surpresa de todos ali ao ver as duas chegando. As grávidas ficaram deslumbradas com a beleza da híbrida, mas fecharam a cara quando viram a garota ao seu lado. –Babaca, ainda traz essazinha!–Diz Rosalie, que recebe um olhar feio de Leah.–Que foi? É a verdade!–Murmura, cruzando os braços e olhando para baixo, irritada. –É bom saber que sentiu saudades, ômega!–A lúpus aparece em sua frente, abraçando seu corpo e fungando em seu pescoço, dando um suave toque de seus lábios. –Me larga, vai com sua amante, sua i****a!–Rosalie resmunga, e tenta sair dos braços de S/n, que a prende mais ainda. –Você fica tão linda com ciúmes, ômega!–Elogiou a vampira, dando um pequeno beijo em sua testa, logo depois em seu nariz, descendo lentamente até seus lábios, desejosa, quando foi impedida... –Estamos no meio de uma guerra, deixem para se pegar depois!–Resmunga Félix, olhando seriamente para frente, encarando o inimigo. Encarando-o, S/n rosna para Félix, estava revoltada com ele ao saber que o mesmo queria matar seu filho, ainda mais tendo o chamado de aberração. Olhando para as outras, a lúpus sorriu para suas ômegas, sendo observada com carinho pelas mesma, se virando logo em seguida para ver quem era o inimigo. –Não é possível...–Exclamou a alfa lúpus, incrédula, tinha seus olhos esbugalhados ao ver a líder dos recém-nascidos. É ela...mas, como? Pensou S/n, já sentindo uma grande falta de ar pela presença, que a deixava nervosa. Olhava sua inimiga a frente, trêmula, observando ela dar um pequeno sorriso malicioso em sua direção, com um olhar malvado e perverso. –S/n, é tão bom te ver!–Disse, surpreendendo a todos com sua falsa animação, menos a híbrida que a olhava irada, tremendo seu ódio pela mulher. –Vejo que não morreu, Jennie...–Murmurou, dando um sorriso provocador, zombando da mesma, que trincou seus dentes, cerrando seus punhos, raivosa. –Não, eu não morri, me transformaram no último segundo.–Contou ela, observando S/n resmungar um "droga", indignada.–E você sabe muito bem o porquê de eu estar aqui... Seu sorriso sádico fez S/n entrar em alerta, rapidamente se pondo em frente de suas ômegas grávidas. –Vejo que encontrou sua ômega...é uma pena que não vão viver por muito tempo, não é mesmo?–Sussurra, maligna, e a alfa rosna, raivosa.–Você é minha, pensei que já havia deixado isso claro! –Mais uma amante sua?–Jane exclama, cruzando seus braços, com um olhar assassino e uma expressão assustadoramente séria. –Não, que amante o quê, eu não tenho amante, querida!–Responde Jane, que está atrás de si, dando um pequeno sorriso em sua direção. –Que comece a festa!–Jennie grita, fazendo S/n se lembrar de sua frase, tendo dito essa mesma coisa quando começou a matar os capangas de Jennie. Todos começaram a correr uns contra os outros, em meio a luta S/n viu que Félix iria ser morto, mas impediu, arrancando a cabeça do vampiro recém-nascido. A híbrida foi matando um a um, até chegar em Jennie, com uma sedenta vontade de lhe matar. –Vou te dar uma escolha, e se você escolher bem, todos vivem!–Jennie a puxa, sussurrando enquanto a olhava nos olhos, se esfregando em seu corpo e as colocando em um círculo de magia, que as rondava, como uma grande serpente. –Qual seria?–S/n pergunta, segurando os ombros de Jennie, impedindo seu corpo de se esfregar no seu. –Fique comigo para sempre!–Proponhe a bruxa, sorrindo maliciosa. –Não!–Negou S/n, com desgosto em seu olhar. –Nós temos um filho!–A bruxa conta, deixando uma lágrima descer por sua bochecha lentamente, chocando a lúpus. –Eu não me lembro de você grávida!–Disse S/n, cética, olhando-a desconfiada. –Feitiço de ilusão, surpresa!–Ela cantarola, colocando suas mãos ao redor do pescoço da híbrida, sorridente.–Eu iria te contar naquele dia, lembra? –Onde ele está?–S/n pergunta, segurando o pescoço de Jennie, se fosse mesmo seu filho, cuidaria dele bem longe da megera a sua frente. –Não toca na minha mãe!–Um garoto de 4 anos aparece, ficando na frente da loira, que sorriu, olhando-o com uma falsa carinhosidade. –Está tentando me enganar com isso, megera? Se ele fosse meu filho, ele seria maior, teria décadas de anos a mais que essa criança!–Esbravejou, sentindo seu corpo queimar, como se estivesse em combustão, fazendo suas asas rasgaram suas costas, se libertando e ficando assustadoramente afiadas, como em uma ameaça. –O que você é?–Jennie murmura, sufocando, enquanto tentava inutilmente tirar as mãos da híbrida de seu pescoço, se esperneando. Uma grande luz saiu da alfa lúpus e começou a rodear a bruxa que sufocou mais e mais, começando a mudar de cor, perdendo seu oxigênio lentamente. –Eu sou a alfa lúpus invencível, nem você e nem ninguém vai me tirar da minha família!–Vociferou, com sua voz grossa e grave, assustadoramente séria. A bruxa arregalou seus olhos ao ver as íris da hibrida a sua frente, estas que estavam em um tom vermelho intenso, assustadoramente bonitas. –Então você morrerá comigo...–Sussurrou, tentando puxar o ar, sufocando.–Scalytrus!–Ela amaldiçoa S/n, segurando fortemente seu rosto, olhando-a com ódio. Tudo começou a tremer e todos observaram os recém nascidos viraram pó, vendo pela última vez S/n, que desapareceu junto a bruxa, não deixando nenhum sinal de vida, apenas uma pena de suas asas, que caiu lentamente até chegar ao chão. Pôde-se ouvir os gritos das grávidas que procuravam a lúpus, mas não a acharam, percebendo também que sua guardiã não estava mais lá. Todos ficaram em silêncio, pensando no pior, apenas ouvindo os gritos das gestantes, que correram até a pena e a pegaram, abraçando-a em prantos. –E aí, mano Brown, suave?–Diz S/n, aparecendo atrás do pessoal, olhando todos com um grande sorriso.–Quem foi que morreu? –S/n!–As ômegas correm até ela, pulando em seu corpo e começando a dar muitos beijos por todo seu rosto, ouvindo suas gargalhadas. –Todo mundo emocionado, me sinto até importante!–Brinca ela, logo recebendo um tapa da parte de Rosalie, que lhe deu outro beijo no rosto.–Cadê a Emma? –O que tem eu?–Surge atrás da mesma, assustando-a. –Não me dê susto, sua troglodita!–Ela dá um cascudo na guardiã, que choraminga, ficando de braços cruzados, emburrada. –Se afaste, sua meretriz!–Rosalie se põe na frente de S/n, que agarra sua cintura e acaricia a sua barriga, beijando seu ombro. –Ela é...–S/n tenta falar, mas é parada por Jane, que colocou um dedo em sua boca, a silenciando. –É se afaste dela, sua desinibida!–Rosna Jane, grudando no corpo da lúpus. –Gente, ela é...–Tentou falar mais uma vez, mas foi impedida por Leah dessa vez. –ELA É O QUE?–Grita Leah, já irritada. –Ela é ele, na verdade...–Responde a alfa, rindo dos ciúmes de suas ômegas. –Como assim?–Rosalie pergunta, virando para S/n de braços cruzados. –Ela é homem!–Murmura em resposta, observando a expressão nada convencida das ômegas. –Mas ela tem s***s, uma florzinha e tudo que uma mulher tem no corpo. Não minta!–Jane diz, apontando para o corpo de Emma. –Ômegas homens são assim de onde eu vim, só não tem p****s, nem cabelos tão grandes, dle fez cirurgia para ter peito e deixou os cabelos crescerem, é normal eles terem voz de mulher.–Contou, abrindo um sorriso.–E outra, eu prefiro vocês!–Sussurrou, beijando as bochechas alheias e rindo. –Eu sou um homem ômega!–Disse a/o guardião, meio envergonhada. –Me desculpa...–Todas as três dizem, estavam envergonhadas, olhando uma para as outras. S/n puxa as três para um abraço de família, deixando selares nelas, que ficaram sorrindo bobas. –Bom, já que a guerra acabou, nós vamos embora!–Aro avisa, olhando para todos com um pequeno sorriso, calmo. –Posso levar vocês!–S/n afirma, abrindo um portal enorme e lhes lançando um sorriso sutil. –S/n, obrigado por me salvar, me desculpe por ter dito aquilo sobre seu filho!–Sussurra Félix, observando a maior concordar levemente com a cabeça. –Tchau, sogrão!–S/n abraça Aro, que se espanta com sua ação, mas retribuí o abraço, apertando-a fortemente contra si, suspirando por ver sua afilhada feliz. –Vamos...–Caius vai saindo, mas é puxado para um abraço da alfa. –Caius, você não escapa dos meus abraços, abraço em família!–Cantarola S/n, chamando a todos para se abraçar, sendo feito. –Que nojo!–Caius fala, fazendo piada de todos abraçados a si. –Somos uma família enorme agora, isso tudo por causa de S/n, valeu, cunhadinha!–Elizabeth diz, abraçando fortemente a maior, que agradeceu sorrindo. –Meninas?–Emma chama a atenção das grávidas, incrédula.–Como é que vocês conseguem sentar nessa jumenta? É grande demais! Pasma, S/n começa a bater nela, que ria, se protegendo dos fortes tapas desferidos em seu corpo. –Quando foi que você viu o Juninho, sua maconheira?–Pergunta a alfa, incrédula, estava se sentindo tão constrangida. –Quando você estava batendo uma pensando nelas? E não é Juninho, é Junior, o grande!–Diz, se protegendo dos tapas, todos riam da cena, as grávidas estavam envergonhadas, mas não contrariaram a guardiã, ela estava certa. –Todo mundo indo para casa, já!–A híbrida murmura, meio irritada, mudando de assunto. –E nossas coisas?–Leah se pronuncia, se agarrando ao seu braço novamente. –Já estão lá em casa novamente, eu comprei algumas coisas para os bebês, tenho certeza que vão gostar!–Conta S/n, simples assim, com seus olhos brilhando. –Como você sabe que nós estamos grávidas?–Rosalie pergunta, cruzando os braços, curiosa. –Sempre visitei vocês quando dormiam, desde que vocês foram embora...e a barriga de vocês já está um pouco grandinha, não acha?–Ela responde, sorrindo, tocando a barriga de Leah, que se aconchega em seus braços. –E você não me acordou?–Rosalie sussurra, indignada. S/n pega Rosalie no colo e começa a andar com todos a seguindo, menos os Volturi's que já haviam entrado no portão. –Sim!–Responde a lúpus, sorrindo com sarcasmo. –Estou de m*l, e de greve também!–Diz Rosalie, que vê a enorme cara de indignação de S/n. –'Tá bom...–Foi a única coisa que ela respondeu, dando de ombros e desmanchando sua cara de indignação, o que deixou a ômega meio irritada. –Não vai implorar?–Perguntou Rosalie, confusa, com uma de suas sobrancelhas arquiadas. S/n negou com a cabeça e todos observaram com diversão a nova treta que estava acontecendo. Casos de família... –Amor, podemos tomar banho de piscina hoje?–Leah pergunta, tirando a tensão que estava no ar e observando sua amada concordar, dando um beijo no canto de seus lábios. –Eu posso ir, titia?–Nessie pergunta, sentada em cima de Jake, que estava transformado em um grande lobo, estando em quatro patas. –Pode, todos estão convidados, farei uns lanchinhos gringos e vou pôr som para nós comemorar essa vitória!–Gritou a última parte, dando um pulinho com Rosalie em seus braços, que se assustou e deu um tapinha em seu braço. –Eles estão doidos para ir e eu também!–Edward fala pelos lobos, que uivam em resposta, em agrado. –Todos vamos!–Alice fala, batendo palmas em animação, já imaginando como seria, eufórica. –Hoje, vocês experimentaram a comida dessa maravilhosa chefe, que sou eu!–S/n se gabou, sorridente. –Convencida...–Emmett murmura, assobiando, fingindo que não falou nada ao ter o olhar mortal da maior em si. –Ah, Emmett, não corta o meu barato!–Resmungou S/n, olhando-o com raiva. (...) Todos estavam brincando na piscina de pega-pega, menos as grávidas e a master chefe que estavam na cozinha. –Amor, estou necessitada de você...vamos no banheiro comigo?–Jane sussurra, abraçando a lúpus por trás e passando a mão por sua i********e. –Agora não, querida, estou terminando de fazer a comida...–Murmurou S/n em resposta, prestando atenção na panela que estava no fogo, soltando um gemido ao sentir o suave aperto em seu falo. –Então pode ser aqui!–Sussurra, sensual, enfiando sua mão dentro da calça alheia e segurando o falo, já dando sinais de vida em sua mão, se movendo lentamente e torturando-a. –Jane, tem visitas, deixe de ser tão pervertida!–Leah resmunga, também queria matar as saudades, mas tinha respeito às visitas. –Ah, mas estou tão necessitada de você, anjinho...–Sussurrou, fazendo um biquinho triste, logo sendo roubado por S/n, que a beijou, mordendo seus lábios ao se separarem. –Venha para o meu colo...–Manda, estava se sentindo muito quente, os toques haviam despertado suas saudades dos corpos de suas amadas, ela puxa Jane para o seu colo, assim que se senta na cadeira. –Amor, não pode ficar mimando ela assim!–Resmunga Leah, contrariada, cruzando os braços. –Deixe ela, meu amor!–S/n fala, abraçando a cintura de Jane e deixando uma marca em seu pescoço, ouvindo seu gemidinho, enquanto cheirava sua nuca, suspirando com seu cheiro. –Eu também quero atenção...–Disse Leah, manhosa, colocando uma mão na perna de S/n e apertando levemente. Rosalie observou tudo emburrada, ela pensava que não adiantaria fazer greve, ainda mais sabendo que as outras duas podiam satisfazer a lúpus quando quisessem. Esse pensamento a deixou chateada, ela queria a alfa também, mas o seu orgulho era inabalável. S/n olhou para Rosalie e sorriu boba ao ver que a menor a observará esse tempo todo, admirando-a. –Venha cá, meu amorzinho!–A híbrida estica seus braços, chamando a vampira de olhos dourados, que foi sem pestanejar. S/n fez um clone para olhar a comida, enquanto dava atenção para suas ômegas manhosas, acariciando seus corpos. Rosalie sentou na outra coxa livre de S/n e Leah sentou na cadeira ao lado, se prendendo ao braço livre da maior e beijando seu ombro com carinho. –Titia S/n...–Nessie disse, entrando na cozinha com Emily em sua cola. –Sim, querida?–Murmurou S/n, olhando para ela com afeto e carinho, simplesmente amava aquela criança. –Estou com fominha...–Contou, pondo a mão na barriga e fazendo biquinho, logo ela olha para o clone da mais velha, arregalando seus olhos.–Titia, a senhora tem uma irmã gêmea? –Não, isso é só um clone!–Falou, acariciando a barriga de Rose em seu colo. –Já está tudo pronto?–Emily indaga, olhando carismática para S/n. –Sim, vou já levar tudo. Agora, todas xispando da minha cozinha!–Diz, dando leves tapas nas coxas de suas amadas, mandando elas irem também. –Eu vou esperar você!–Diz Rosalie, se prendendo a si, manhosa, queria mais de seus carinhos suaves. –Não, tudinho saindo. Aproveitem e vistam seus biquínis, meus amores!–Avisa, fazendo-as se levantarem a contra gosto.–Estão em cima da cama... Juntas, as três saem resmungando, haviam completado três meses de gestação á alguns dias e suas barrigas estavam maiores que o tamanho estimado de três meses. Assim que todas saem, S/n leva as comidas lá para baixo com telecinese, e já quando chega é surpreendida por um jato de água vindo em sua direção, se protegendo com telecinese. –Cheguei, família!–Grita S/n, pondo a comida na mesa com um grande sorriso. –Titia S/n, tem alguma boia para mim?–Nessie pergunta, chamando sua atenção ao puxar sua roupa levemente. –Me diga como você quer ela e eu a criarei!–Disse a lúpus, com um sorriso amoroso em seu rosto. –Eu quero ela como um cisne, titia!–Responde Nessie, pulando de alegria. –É para já, mocinha...–Uma luz preencheu o lugar e aos poucos, uma bóia de cisne apareceu ao lado da menor, que a pegou, alegre. –Obrigado, titia!–Diz, logo saindo correndo para a piscina com a bóia.–Jake, olha a minha boia, ela não é bonita? –Nossa, ela é linda demais!–Disse o Quileute, fingindo surpresa e observando com admiração a garota rir alegremente, brincando com a bóia. Sorrindo boba, S/n disse: –Vampirinhos, venham a mesa, está na hora de vocês saborearem a graça da vida, no caso, minha comida! Os vampiros se aproximam e S/n murmura o feitiço para eles conseguirem comer, observando tudo ansiosa. P.O.V S/n –Nossa, que delícia, o que é isso? É maravilhoso!–Esme disse, comendo mais um e pegando outro, pronta para enfiar goela abaixo. –É coxinha, é feita lá no Brasil!–Falei, sorrindo. Escuto gritos, super irritados, me chamando e logo olho para a escada, observando as três descerem os degraus de braços cruzados e caras emburradas. –Que biquíni é esse?–Rosalie pergunta, indignada, de braços cruzados. Cada uma usava um par de biquínis fofinhos, de cintura alta e com desenhos de carinhas fofinhas, perfeito para elas. –Estão lindas!–Me aproximo, acariciando e beijando suas barrigas. –Parece que só você acha isso!–A Quileute aponta para todos, e quando o olho para todos, eles fingem não rir, ficando sérios. –Vocês estão lindas, não é mesmo, pessoal?–Olho ameaçadora para eles, com meus olhos completamente pretos, apenas sobressaltando minhas íris, que estavam no vermelho mais intenso. –É claro, estão super fofas!–Quill afirma com medo, estava tremendo na água. –Titias, as senhoras estão muito bonitas!–Grita Nessie, do outro lado da piscina, sorridente, se ajeitando em cima da bóia. –Estão com fome?--Perguntei, vendo elas concordarem e irem até a mesa, pegando alguns petiscos. Observo o corpo delas, lambendo os lábios enquanto observava suas bundas volumosas, que vontade imensa de pegar! –Quando vai parar de olhar a b***a delas, hein?–Indaga Emma, olhando para mim com curiosidade, sabendo que minhas ômegas haviam escutado. –Quando me der na telha, no caso, nunca, Emma!–Respondi sua pergunta b***a, mordendo meus lábios ao imaginar como seria nossa noite de reconciliação. –Nossa, grossa!–Choraminga, de braços cruzados. –Haha...–Faço uma risada forçada, voltando a olhar para as bundas salientes de minhas ômegas, sentindo seus olhares pecaminosos sobre meu corpo. –Você já parou para perceber que todo mundo 'tá te olhando, sua pervertida?–Indaga Emma, me olhando com uma careta bizarra, no entanto não me importo. As bundas delas estavam me hipnotizando, me chamando para bater nelas, minha mão tremia para pelos dar um pequeno toque. Deus, isso é um castigo! Sinto ser empurrada na água e tendo um plano em mente, começo a fingir que estava me afogando, simulando um desmaio dentro da aguá, logo sinto me puxarem para fora as pressas. Globo, me contrata! –Eu li que tem que fazer respiração boca-boca se acontecer isso!–Diz Jared, e Carlisle concorda, explicando o procedimento. –Quem vai fazer?–Emma pergunta para as minhas ômegas, que começam a disputar quem ia.–Se vocês não quiserem, eu faço. Sinto sentarem em cima de mim brutalmente e começarem o procedimento, mas o beijo não veio... –Só estou esperando o beijo para abrir os olhos!–Digo, de olhos fechados e ouço suspirarem em alívio. Logo abro meus olhos, rindo da cara de todos, haviam mesmo acreditado nessa brincadeira boba. –Não brinque com isso!–Leah, que estava sentada em meu colo, começa a me espancar. –Calma, amor...–Começo a rir mais ainda com seus tapas, é tão bom ser ameaçada de morte, quem não gosta, não é? –Eu vou te matar!–Ela continua a me bater e em vão tento me defender de seus tapas fraquinhos. –Amor, para!–Murmuro e seguro seus braços, a puxando para tomar seus lábios para mim e ela corresponde logo em seguida. Separo nossos lábios com pequenos selinhos e me levanto com ela ainda em meu colo. –Cena para maiores de dezoito, podem ir parando!–Elizabeth zoa e Emmett ri, abraçando sua namorada de lado e olhando-a com devoção. –Não enche.–Dizemos juntas, trocamos olhares e eu começo a tirar minhas roupas, tentando, para dizer a verdade. Levanto Leah mais um pouco e tiro o short molhado, ficando de sunga vermelha, tento tirar a blusa, mas foi em vão, Leah vendo minha dificuldade, rasga a blusa e a olho rapidamente, indignada. –Por que você rasgou?–Perguntei, ficando séria. –Porque eu quis!–Fala, erguendo a cabeça em superioridade, logo comecei a rir de sua cara séria, mas fofinha. –Você fica tão fofa com essa cara séria!–Beijo sua bochecha, rindo da sua careta, que fez assim que a elogiei. –Nós ainda estamos aqui.–Sam diz, zoando pela primeira vez na vida. –Ah, está bem...–Digo, dando de ombros e dando mais um selinho em Leah.–Eu vou entrar na piscina, vocês vem?–Me direcionei as meninas, que assentem, se aproximando. Começo a entrar com Leah e vejo as meninas na borda, tentando entrar, negando com a cabeça e com um enorme sorriso em meu rosto, deixo Leah encostada na borda e coloco as duas na água. –Hey, vamos apostar uma corrida?–Pergunto e todos concordam.–Vamos nadar até nossas namoradas, quem conseguir primeiro ganha! Faço aparecer vários cubículos, onde subiriamos em cima para pular, e subo em um, me posicionando como uma nadadora profissional. Vejo os homens se posicionarem e um apito ser tocado, pulo na água e começo a nadar com agilidade, porém sinto algo me puxar para baixo. Uma mulher me puxava para baixo, ela estava toda machucada e parecia pedir ajuda a mim, quanto mais eu descia, mais as coisas se tornavam sombrias. Vejo um bebê em seus braços, ele chorava muito, parecia cheio de fome, estavam na miséria. –Me ajude, nos salve, ele não merece a morte, estou mais perto do que você imagina!–Tudo desapareceu e eu subi para a superfície, ofegante. Se isso for uma visão, eu tenho que ajudá-los, mais rápido possível! Deixe seu comentário, ele é importante! Não seja um leitor fantasma!
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