Eva Meu coração estava tão acelerado que chegava a doer no peito, o beijo dele arrancou meu fôlego, me sentia quase embriagada. – Eva... é melhor ir com calma, ainda não jantamos, e se continuar desse jeito eu não vou conseguir parar... – A voz dele era apenas um sussurro quase dolorido, como se ele estivesse sofrendo para colocar aquelas palavras para fora. – Que se dane o jantar Grego, eu quero você! Não me importo com a comida, eu preciso de você! – Ele voltou a me beijar, mas agora sem nenhuma restrição... o beijo se tornou urgente, exigente e eu estava me deliciando com aquilo, queria mais de tudo, mais dele, mais de nós dois unidos como se fossemos um. Ele se afastou de mim e eu imediatamente senti falta de seus lábios. – Temos que descer! – Para ser honesta eu não me import

