Capítulo 5

1702 Words
Betina Lambertii Difícil quando se é taxada por pirralha, principalmente por alguém que você quer que te veja como mulher, sei que ainda não sou, porém pirralha também não né! . Mas se tem uma coisa que aquele i****a vai sentir é arrependimento, pois me transformarei numa mulher bem atraente, gostosa, sexy e emponderada. (...) Após a minha festa o vi poucas vezes, o que foi ótimo, pois ele me desestabiliza, mas claro tento ser firme, tanto que o ignoro, mas nem sempre da para ficar calada já que ele fica colocando pilha no meu irmão, isso mesmo já aconteceu de eu estar pronta para sair e o i****a, assim que vê como estou vestida, da umas cotoveladas no Bryan que logo pega no meu pé, ele já percebeu que meu irmão é Mega ciumento então joga sujo. —- Betina onde você pensa que vai assim? - estou vestindo uma saia que nem é curta e um cropped, afinal estamos no verão. —- Vou no shopping com a Suzana algum problema? - Falo séria já cruzando os braços pois sei que iremos brigar, pior a raiva me consome quando vejo o pivô da briga que é o i****a do amigo dele, que colocou pilha com um sorrisinho no rosto. Meu irmão m*l havia me notado desta vez — Vai trocar esta roupa está curta - diz sério me encarando —- Que eu saiba meu pai está ali ó— aponto para onde o meu pai está que é na churrasqueira já que estão todos na piscina e como está calor e eu estou no sinal vermelho, então pedi para a minha mãe para dar uma volta e claro que ela deixou —- me olhando e nem falou nada, fora que você tem que se preocupar com a sua noiva e não comigo - Depois de apontar para o meu pai, apontei para a novinha dele que está toda cheia de risos para cima do Matias e do Regis, que me olha e já sei que está incomodado —- acho que ela já está alegria demias que tal ir cuidar dela invés da minha vida - ele olha a cena e depois olha para mim. —-- Eu vou cuidar dela sim, e você se troque antes de sair - se vira e se retira, então me aproximo do i****a do amigo dele e o encaro. —- Parece que não sou tão pirralha né, já que se importa tanto comigo e da forma que eu saio - seu olhar e raiva, mas acredito que seja dele mesmo —- Escuta aqui garota, quem está te recriminando é seu irmão e não eu, por mim você faz o que quiser da sua vida - começo a rir, pois é muito cinico —- Você é mesmo um i****a… - debocho — mas sim eu faço o que eu quero com a minha vida, por isso sairei da forma que estou, linda e gostosa, vou passear e quem sabe encontrar uns gatinhos — me fuzila com o olhar e dou de ombros, me viro e saiu dando gargalhada, afinal sei que alguma coisa dentro dele acontece quando estou perto, nem que seja raiva, mas sim ele senti algo e se senti significa que se importa. Saiu de lá e fui curtir meu domingo. E assim eram as vezes que nos encontrávamos, uma troca de farpas. Eu sei que ele não vale nada, que fica com várias, sei porque escuto meus irmãos conversando sobre as baladas. Mas ainda assim não consigo deixar de gostar dele, então sofro calada, mas sei que não será para sempre, como eu disse eu ainda vou virar uma mulher. (...) Hoje é uma noite muito especial para toda a minha família, afinal a empresa do meu pai está para fechar uma grande parceria, que irá ampliar as nossas redes de galeria, então a minha mãe preparou um jantar para comemorarmos. E claro o i****a estaria presente, após um tempo sem vê - lo, já que não tem vindo mais tanto a minha casa, hoje ele estará aqui. Durante o jantar eu percebi que ele me olhava às vezes, mas disfarçava, assim como eu, mas meu coração não parava de acelerar, e minhas mãos suar, só por ele estar tão perto. Então precisava me controlar e disfarçar, afinal não quero estragar a noite de todos. Bom, eu não queria que nada acontecesse, mas sim aconteceu uma coisa que desestabilizou todos nós. Após jantarmos com o Sr Alfredo o investidor é parceiro do meu pai, nos fomos para sala de estar e foi aí que ele disse que não teria como haver a parceria, já que uma pessoa do nosso meio estava falsificando alguns documentos importantes das vendas dos quadros que estavam para ser expostos na a******a. Com isso não poderia continuar com as negociações. Meu pai ficou em choque, nunca o vi nervoso, mas desta vez ele estava muito puto, meu pai sempre foi da paz. Então ele pressionou o Sr Alfredo que nos contou quem era a pessoa e nesta hora o mundo desabou nas nossas cabeças, eu estava em choque, não conseguia acreditar que alguém da nossa família fez isso, sim família, pois mesmo que ela não tenha casado com o meu irmão ainda já a consideramos uma de nós. Vejo que meu pai fica sem palavras, enquanto meu irmão está em choque também, minha mãe já é mais intensa — Como assim Susi, deve ter alguma explicação, você não fez isso com a nossa família , com o seu noivo? - minha mãe tenta não ser rude, mas dá para perceber pelo seu tom que ela está p**a, a sua decepção é nítida. Susi balança a cabeça em negativo enquanto chora. — Não, não, não, alguém está querendo me prejudicar sogra - se vira para o meu irmão e agarra o seu braço - Bryan, querido por favor você tem que acreditar em mim - a cena é triste, principalmente depois que o sr Alfredo entrega um documento para o meu irmão, pois assim que ele lê alguma coisa sai sem olhar para trás, nesta hora meu peito dói, minha cabeça começa a girar, "eu sei, eu sinto algo está para acontecer, toda vez que tenho essas sensações algo de r**m acontece" , então corro atrás dele e vejo que está um dilúvio, grito para ele não sair nervoso —- Irmão por favor não sai assim - grito mas ele me ignora, vejo que a Susi entra no carro também e nisso ele sai cantando pneu. —- Nãooo - grito novamente e nisso sinto os braços do Be em volta de mim. —- Tina calma, ele só precisa de um tempo, está de cabeça quente, mas vai ficar tudo bem - diz acariciando a minha cabeça. Balanço a cabeça em negativo e nisso meu corpo começa a tremer, então ele me pega no colo, pois começo a ter uma crise, escuto ele chamando alguém e quando eu percebo meu corpo está sendo entregue a pessoa que tenho feito de tudo para afastar de mim e assim que sinto o calor do seu corpo o meu relaxa, não sei o poder que ele tem, mas me sinto segura, meu coração vai desacelerando conforme ele vai me carregando, e como se ele fosse o meu remédio. Escutei meu irmão pedir para ele me levar para o quarto, pensei que ele nem lembraria qual era, mas sim ele lembrou. Ele se aproxima da minha cama e quando vai me deitar agarro ainda mais forte no seu pescoço. — Betina você precisa soltar para eu te deitar - balanço a cabeça em negativo e pela primeira vez ele não me repreende ou me critica, simplesmente se deita ao meu lado, deixando meu corpo ao seu lado mas a minha cabeça continua em seu peito. — Ele não podia sair assim, eu senti, não gosto de sentir, mas senti que algo pode acontecer - me abro com ele, preciso colocar para fora o que estou sentindo. — Relaxa não vai acontecer nada, eles vão conversar e logo estão de volta, deve ter tido algum engano nisso tudo - sua voz sai calma, com cautela, e isso me conforta, vou soltando as mãos do seu pescoço e olho nos seus olhos. — Você não entende, eu sempre sinto quando algo de errado está para acontecer - acabo confessando algo muito íntimo e difícil para mim, ele me escuta olhando profundamente dentro dos meus olhos, ficamos assim próximos, só escutando a respiração um do outro, as lágrimas não param de cair do meu rosto, então ele limpa com o dorso da sua mão, e nisso meu coração acelera, seu toque faz até a minha respiração acelerar. — Relaxa nada vai acontecer - fecho os olhos e reparo fundo, pois querendo ou não ele consegui me acalmar, então abro os olhos e passo a mão no seu rosto, não sei o que dá em mim, mas precisava sentir a sua pele. Automaticamente nos aproximamos mais e quando eu penso que enfim sentirei seus lábios a porta do quarto se abre e ele dá um pulo. Minha mãe nos olha e não diz nada, até porque logo atrás dela está o Benício, ele me entrega o remédio e água, diz que vai ficar tudo bem, então minha mãe diz para eu DESCANSAR, pois percebe que estou mais calma e nisso todos saem do quarto, mas antes ela se aproxima de mim e me dá um beijo. —- Te amo filha, saiba que sempre pode contar com a mamãe né - já imagino o porque ela diz isso, afinal realmente sempre contei tudo a ela, mas ainda não falarei nada sobre os meus sentimentos pelo melhor amigo do meu irmão, e pelo visto se ela já tinha percebido algo, deve ter tido certeza ao entrar neste quarto que sim a filhinha dela tem muito o que contar a ela. E assim após eles saírem o remédio começa a fazer efeito e eu logo pego no sono. Acordo com o grito da minha mãe e quando chego na sala, descobri que sim as minha sensações não são em vão Continua
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