Contei para ele minha ideia, descrevendo todos os detalhes do mesmo jeito que alguém descreve um filme. Não fazia sentido eu ter tudo isso na minha mente já pronto, mas eu tinha. Seus olhos brilharam quando eu terminei. - Isso é genial. – Ele comentou. – Com certeza vai dá certo. Mas, só por curiosidade, qual é o terceiro? Eu sorri. - Mortes. Ele ficou sério. - Não mesmo. - Não estou falando em m***r seu irmão, estou falando em... - A Sophia não vai morrer, entende isso? – Ele disse com algo parecido com raiva. – Você não deveria nem ter pensado nisso. Levantei uma sobrancelha. - Não vai me dizer que você se importa com aquela menina. - Não me importo, mas não sou assassino. – Ele fez uma pausa e seus olhos pousaram nos meus. Verde com verde. – E creio que você também não seja.

