Capítulo 8

719 Words
Neg@o C@RALHO! Olho para o lado, começo a fuzilar a Juliana de tanta raiva que estava fervendo de mim. Ela chamou a Ana, o meu anjo de p**a? Comparando elas com as putas do cabaré da Jennifer? Logo me viro e fico de costas para aquela mulher que falou o que aconteceu. Continuo fuzilando ela e seu semblante é de medo, mas é pra ter mesmo! — Você falou isso da Ana? — Pergunto para minha empregada, mas ela abaixou a cabeça e não me respondeu. Logo fecho o punho para controlar a minha raiva nesse momento que é enorme. — RESPONDA! EU FIZ UMA PERGUNTA E ENTÃO RESPONDA! — Esbravejo. Ela dar um passo para trás — Assim… No momento da raiva quando estava me agredindo… — Ela seca as lágrimas que estava caindo do seu rosto. — Não acredita nisso, Bruno! — Me viro ouço a voz da Ana. Ela se aproxima tocando no meu ombro. — Então fala anjo. — Falo com suavidade e olhando para ela. — Vou falar… Devia ter falado antes, mas… — Ela parou de falar e abaixou a cabeça. Ergo a sobrancelha pelo seu semblante. Levo minha mão no seu queixo levantando para olhar pra mim. Seus olhos estão cheios d'água. — Anjo, você pode falar. — Sussurro, tiro a mão do queixo e aliso seu rosto. Ela fechou os olhos sentindo o meu toque. — Está bem… — Ela soltou o ar e depois balançou a cabeça. Mas antes de falar ela olhou para Juliana. Mas também olhei para ela ,foi rápido antes de sua fisionomia mudar. Antes seu olhar era de raiva… Que merda é essa? — Ela me maltrata dizendo que aqui não era o meu lugar, que era uma intrusa… Que tinha roubado você dela… — Neg@o não ouve… — A Juliana tenta impedir o anjo de falar. Me viro para ela. — CALA A P0RRA DA BOCA JULIANA! DEIXA ELA FALAR! — Aponto para ela erguendo minha mão na sua direção, interrompendo ela. Que logo ficou em silêncio. Volto a minha atenção para o meu anjo. — Anjo continua. — Peço. Ela sacudiu a cabeça. — E que eu era mais uma… — Ela abaixou a cabeça e lágrimas caíram no seu cenho. Meu coração fica em pedaços vendo ela desse jeito. Então levo minhas mãos nos seus braços e a puxo para abraçá-la. Ana Estava falando tudo o que estava passando com a Juliana e não podia deixar fazer aquilo para o Bruno não achar que estou mentindo. Errei de não ter falado antes, mas estava com medo dela fazer alguma coisa com a minha vida, porém não podia ouvir aquelas coisas e ficar calada. Estava falando das coisas que ela tinha feito quando não estava perto. Enquanto contava para ele não sei explicar mas o modo como ela estava me olhando sentir aquele medo me invadir e congelei. E as lágrimas começaram a cair. Eu naquele estado o Bruno como sendo atencioso e carinhoso comigo, ele me puxou para me abraçar. Mas depois disso… Começo ficando melhor… Nos seus braços me sinto bem e protegida… — Anjo. . . — Ele esticou as mãos para eu sair do seu abraço e olho para ele. — Pode falar. Por favor me conta o que ela falou de você. — Vou falar sim. — Levo minha mão no rosto secando as minhas lágrimas e em seguida solto o ar mais uma vez. —— Ela disse… — E sou de novo interrompida. — NÃO OUVE ESSA RIDÍCULA! ME ESCUTA NEG@O, POR FAVOR! — Esbravejo se aproximando dele colocando sua mãos no braço dele, puxando para se afastar de mim. — Me solta Juliana! Agora! — Ele ordena para ela largar mas continua segurando ele. — Não. Me escuta Neg@o! Essa ridícula está inventando… Não ver que ela quer me ferrar? — Eu? Claro que não! No fundo achei que você fosse minha amiga, que até me ajudou a fugir daqui ou esqueceu? — Falo, apontando para ela. O Bruno logo olha para ela e sua fisionomia mudou logo. Imediatamente conseguiu afastar seu braço das mãos dela e a fuzilou. — O QUÊ? FOI VOCÊ QUE FEZ AQUILO? — Questiona e segura o seu braço. Ela não o respondeu ficando calada. — ANDA JULIANA! RESPONDA ESSE C@RALHO!
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