Capítulo 4

1177 Words
Mais tarde naquela mesma noite Guilherme e eu fomos até o terraço no que esse lugar se tornou o nosso refúgio para que possamos ter mais privacidade para conversar portanto a conversa não foi tão bem o quanto gostaria e assim acabou acontecendo a maior tragédia sendo quando Guilherme acabou escorrendo de modo a se dizer e caiu do terraço em que infelizmente o mesmo não resistiu a queda e veio a falecer no que em estado de choque fiquei ali parado por um tempo até que perdido e assustado tomei então caminho de casa no qual a nossa mãe estava milagrosamente acordada e onde ali anunciei a morte do meu irmão caçula no qual expliquei como aconteceu onde assim mesmo em choros a mãe me acolheu nos seus braços e ali ficamos chorando a perda do Guilherme em que já não estava mais presente entre a gente no que mesmo sendo um acidente acabou se tornando o meu segredo oculto há qual sabia em que eu iria carregar a culpa a respeito desse acidente para o resto da minha vida pois mesmo babaca e s*******o, Guilherme não deixava de ser o meu irmão mais novo a qual o meu papel deveria ser guiar e proteger ele sendo a missão em que havia acabado de falhar assim que ele caiu do terraço no que nesse dia foram apenas tristeza e sofrimento. Horas depois Ana e eu acabamos adormecendo sem nem sequer ter percebido onde acordamos assustados com alguém batendo em nossa porta no que minha mãe e eu se trocamos um olhar preocupados no que se perguntamos de forma silenciosamente em quem poderia ser e onde assim que descobrirmos ao ouvir a voz da pessoa indicando quem era em que ficamos ainda mais preocupados no que já estávamos devido que quem estava na nossa porta era ninguém mais de que a polícia no que milhares de imagens do que poderia acontecer se fazia presente na minha mente assim como o da minha mãe em que apenas com um olhar entendeu a minha preocupação e onde as batidas na nossa porta se faziam mais forte no que então Ana atendeu o policial em que anunciou a morte do Guilherme enquanto naquela noite eu simplesmente decidi da uma volta pois precisava de um tempo para digerir tudo em que havia acabado de acontecer e no que eu me sentia extremamente culpado pela morte do Guilherme em que quando aconteceu eu estava lá e acabei não fazendo nada para que essa tragédia não acontecesse fazendo-me sentir um incompetente. Clara: Cheguei em casa tarde naquela noite em que avistei aquele rapaz onde algo nele havia conseguido chamar a minha atenção a um ponto onde durante os dias a seguir eu não consegui me concentrar em mais nada há não ser pensar no mesmo no que cheguei a perguntar a mim mesma se ele estava bem após aquela saída em que pareceu de que tinha acontecido alguma coisa porém não havia como ter certeza devido que o rapaz se retirou tão depressa e no que cheguei a me arrepender por não ter tomado iniciativa em chegar até ele fazendo com que talvez eu pudesse ter conseguido alguma coisa como descobrir seu nome ou até o número de telefone do mesmo portanto as coisas aconteceram tão rapidamente no que infelizmente não tive a oportunidade de conseguir qualquer coisa e no que o mesmo se fazia presente na minha mente a qualquer momento e qualquer instante fazendo com que eu não conseguisse me concentrar em mais nada a não ser lembrar dos seus belos olhos marrons nos quais acabaram ganhando a minha atenção e me pretendendo como se tivesse sido enfeitiçada e o que acabou despertando por alguma razão o meu coração adormecido como se tivesse alguma conexão ou algo do tipo no qual naquele momento eu não estava conseguindo entender exatamente nada do que isso estava querendo dizer e no qual por algum motivo acabava me deixando um tanto tensa devido que odiava quando esse tipo de situação acontecia e assim aconteceu no que então não me restava uma outra solução a não ser pedir conselhos a minha melhora amiga Alice em que era uma experta nesse tipo de assunto ou ao contrário de mim, não era nem um pouco assim como outros assuntos e vice-versa. Então ao encerrar mais um dia de trabalho fui diretamente até a sala da Alice no qual assim que a mesma me avistou ela sorriu para mim de forma discreta estando ao mesmo tempo se despedindo dos seus alunos nos quais apesar da idade deles alguns eram até muito fofo e traziam um pequeno mimo para a gente que era professores quando se lembravam do seu aniversário, natal e entre outras datas comemorativas sendo o que essa pequena ação em que eles faziam não eram nem um pouco da obrigações dos mesmos e onde por exemplo Alice acabou ganhando de um dos alunos uma rosa vermelha na qual a mesma ficou agradecida e assim aguardei que ela recolhesse as suas coisas para que tomamos caminho de casa no qual hoje quem havia que dar carona era eu pois uma vez por semanas revezamos para se ajudar e assim acabamos economizando dinheiro tendo que usar um carro invés de dois no que com esse dinheiro extras quando não precisava gastar com algum gasto necessário Alice e eu aproveitavam a dar uma saída assim como eu estava presta a convidar a minha amiga a sair a fim de encerrar o dia com uma chave de ouro de modo a se dizer. — Que tal a gente ir lá tomar um café? — Sobrou dinheiro, foi? — Disse Alice arqueando a sobrancelha para mim — Sobrou, bora ou não? — E ainda pergunta? — pergunta Alice enquanto se segurava para não rir Então tomamos caminho até a cafeteria no que chamamos a garçonete em que veio até a nossa mesa onde Alice fez o pedido primeiramente onde em seguida fiz o meu no que após anotar o pedido a garçonete pediu licença e assim se retirou dando finalmente privacidade entre a Alice e eu para que possamos conversar melhor de forma tranquila no que então abri o meu coração para a minha amiga a qual quase deu um berro ao ouvir o que estava contando para a mesma em que agora estava com um sorriso sobre o rosto dela no que acabava me deixando um tanto sem graça por não estar acostumada com aquele sentimento em que estava de fazendo presente dentro de mim naquele mesmo instante onde então Alice me aconselhava em que eu ouvia cada palavras da minha amiga no que para mim era a mais sabia além de que eu considerava Alice assim como uma irmã em que nunca tive, assim como minha amiga que também era filha única como eu e assim por não termos irmãos acabamos criando além da nossa afinidade uma conexão de irmãos no qual foi se fortalecendo aos decorrer dos dias, meses e agora anos desde que a gente se conhecemos.
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