Capítulo 6

1068 Words
Gabriel: Permanecia frustrado onde tudo que queria naquele momento era esquecer o fato de que meu irmão caçula estava agora morto onde acabei passando pela cafeteria em que nem perceber eu tinha percebido de que havia caminhado até lá e no que por coincidência acabei avistando a moça há qual conheci pela primeira vez na livraria local então adentrei no local sem pensar nem duas vezes onde a mesma estaria saindo provavelmente do banheiro pois a porta ainda estava se fechando atrás dela e no qual assim que nossos olhares se encontraram novamente a mesma conexão em que senti aquele dia se tornaram presente novamente e no que dessa vez eu não iria deixar essa oportunidade escapar novamente onde assim caminhei firmemente até a direção dela no que a mesma então parou na minha frente em que um sorriso apareceu de repente sobre o rosto dela o que para mim era o mais belo dos sorrisos há qual havia visto até agora e no que deu para se perceber o quanto a mesma está um pouco sem graça o que ao meu ver chegava a ser muito fofo. — Aceitaria tomar um café comigo? — Sim… — respondeu ela timidamente — A propósito me chamo Gabriel e você? — Clara, muito prazer! — disse ela Então sentamos em uma das mesas no qual nem precisar chamar a garçonete precisou pois a mesma veio até a nossa mesa há qual fizemos um pedido onde me surpreende ao ver de que a Clara havia pedido um chá enquanto eu pedi um café onde ficamos conversando sobre diversas assuntos fazendo com que eu conseguisse esquecer um pouco a respeito da tragédia em que aconteceu com Guilherme horas mais cedo e no que graça a Clara eu consegui me divertir um pouco em acabou me fazendo o maior bem mesmo que isso fosse por um curto momento pois sabia de que ao meu despedir da Clara os sentimentos ruins e negativos iriam acabar retornar para mim no entanto naquele instante eu apenas queria aproveitar esse momento em que estava tendo com a Clara e no que eu estava adorando essa troca de compartilhamento de inglês onde no meio das nossas conversas percebi de que além de ter muito em comum também havíamos uma conexão há qual não havia sentia isso com mais ninguém e no que algo na Clara em que eu não sabia dizer o que exatamente havia também conseguido chamar a minha atenção e no que de certa forma aquilo conseguia mexer comigo de uma maneira na qual eu não sabia expressa ou até explicar sendo de fato algo raro de se acontecer e no que me deixava então ainda mais curioso a respeito dela. — Desculpa por aquele dia na livraria… — Só fiquei intrigada e preocupada ao vê-lo sair daquela forma — revela timidamente Clara — Ficasse, foi? — Sim, você saiu tão depressa em que parecia de que havia acontecido algo sério — acrescentar Clara — Pois então infelizmente aconteceu porém se puder eu gostaria de não tocar nesse assunto… — Como quiser mas saiba que qualquer coisa estou aqui! — emcerra Clara — Então me fala mais sobre você? — O que quer saber sobre mim? — pergunta Clara Percebi de que Clara estava fazendo o jogo de pergunta no que chegava a ser engraçado pois não me esperava por isso acontecer mas sabia que se colocasse o fim nesse jogo que ao meus olhos não passava de uma brincadeira de criança de que poderia haver uma possibilidade de eu acabar afastando a Clara de mim sendo uma das coisas que eu menos desejava onde assim como tudo tem a sua primeira vez adentrei na brincadeira da mesma no que para a minha maior surpresa acabei me divertindo mais do que pudesse me imaginar onde esse jogo das perguntas fez com que trouxesse mais segurando para responder as perguntas de forma em que ninguém se sentia sem graça e podendo assim também não responder as perguntas no que assim seguia em diante a brincadeira onde então acabei não percebendo as horas passar e só percebemos quando a garçonete veio até a nossa mesa indicando de que em breve eles estariam fechando no que assim fechei a conta em que me levei uma bela bronca da Clara por ter pagado o valor bruto no que disse ela que a gente deveria ter dividido o pagamento. Acabei ficando sem graça devido que não estava acostumado com isso pois até o momento eu não havia conhecido alguém como a Clara no que ter cruzado o caminho da mesma foi uma das poucas coisas boa em que aconteceu na minha vida e no que faria de tudo para manter ela por perto no entanto estava um pouco preocupado em qual seria a reação da Clara ao descobrir a respeito da morte do meu irmão caçula por mais que fosse um acidente no que assim veio o medo de perder a Clara para sempre pois de fato ela havia sim conseguindo roubar algo meu sendo o meu coração em que agora pertencia apenas a ela pois de fato eu havia sim me apaixonado pela mesma em que me perguntava mentalmente se é que a Clara sentia o mesmo por mim ou não mas para isso acontecer eu sabia de que deveria abrir jogo contando o segredo em que temia tanto de contar para que só assim pudéssemos talvez ter alguma chance de namorar e de que eu pudesse tê-la apenas para mim portanto isso teria que ser deixado para uma outra oportunidade pois assim como Clara estava cansada eu também havia assunto a tratar ao chegar em casa com a mãe no que tinha quase cem por cento certeza de que a mesma estaria esperando pela a minha chegada assim me despedi da Clara que agradeceu primeiramente pelo café e assim se despediu no que após que ela se retirou eu fiz o mesmo no que não demorei para chegar em casa acabando encontrando a mãe sentada no sofá da sala assistindo a televisão há qual como havia adivinhado a mesma estava me esperando. — Cheguei mãe… — Como foi a sua caminhada? — pergunta minha mãe — Boa eu até tomei café com uma moça em que conheci na livraria local… — Como ela é? — pergunta a mãe — gentil, engraçada, fofa, parece delicada mas ao mesmo tempo determinada.
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