Capítulo 2

1284 Words
— Já sabe o que fará para os três anos de casamento? — Boba e namoro e não casamento! — ri Alice — Para mim é a mesma coisa! — Mas não é! — Vocês não dormem juntos, dividem as dívidas, pagam os gastos e blá blá blá? — Sim — Afirma Alice — Então! — Desisto — Disse Alice que começa a rir em seguida Ao chegar no trabalho Alice estacionou o carro dela no estacionamento onde agradeci-a pela carona mais uma vez no qual ao sair do carro peguei a minha bolsa que estava no banco de trás em qual me dirigi até a minha sala no qual me ajeitei rapidamente pois faltava pouco instante para que os alunos chegasse o que de fato não demorou a acontecer já que os alunos passaram a adentrar na sala no qual cada um tomasse caminho até sua devida mesa onde assim que fiz a chamada no que indicava que todos estavam presente eu pude então começar a dar a minha aula e fazer a coisa a qual eu mais amava no qual acabou tão rápido de tão prazeroso e divertido que foi no qual só percebi ao ouvir o sino tocar o que indicava de que a aula havia acabado de terminar no que então eu decidi passar na livraria local a qual não era tão distante do meu trabalho e no que fazia-se um tempo em que eu não ia então assim que todos os alunos foram embora eu saí seguindo caminho caminhando até a livraria no qual apreciava cada beleza da natureza como os pássaros cantando, as árvores baixando sobre o vento assoprando nelas e sem esquecer também o barulho do mar em que não era tão distante e que era um som agradável de se ouvir sendo algo no qual nem todo mundo sabiam apreciar a beleza da natureza assim como eu e como outras pessoas no qual acreditava em que haviam gente no que apreciavam também mesmo que elas fossem difícil de achar nesse mundo tão amplo. As ruas eram muito movimentada onde podia-se ouvir as crianças brincarem, correrem e gritando de um lado, no outro podia ver velhos namorar o que era de ser muito lindo de se ver pois mesmo após tanto anos passando juntos o amor entre eles ainda permanecia, adolescente jogando bola sendo tanto futebol ou basquete e até alguns lendo o que hoje em dia era algo um tanto raro de se acontecer devido a chegada e a interferência com os eletrônicos sendo celulares, tablets, notebook e entre outros no qual para mim que amava tanto ler ver os outros lendo além da beleza da natureza era algo a qual eu mais admirava também é assim que continuava o meu percurso até a livraria eu também aproveitava dessa bela caminhada ao ar livre com tanta beleza a se admirar portanto o meu lugar favorito mesmo era de fato no meio de todos esses livros pois adorava o cheiro dos livros sendo tanto dos antigos quantos dos novos mas o que eu mais amava com livros era essa viagem em que cada um deles proporcionam e o mundo paralelo a qual eles haviam para te oferecer no que era algo em que mais uma vez a maioria das pessoas não entendia ou dizia não ter tempo para ler mas tinha tempo para mexer no celular e nas redes sociais sendo algo a qual quem não entendia esse raciocínio agora era eu pois se tinha tempo para mexer no celular com certeza você tinha tempo para ler mas não e essa lógica ou o que vocês chamam para mim não faz sentindo mas enfim continuamos pois esse assunto já está ficando um tanto chato, não é mesmo. Assim continuei meu caminho no que assim que cheguei até o meu destino, entrei cumprimentando a moça a qual ficava responsável pelo local no que a mesma cumprimentou de volta com seu sorriso mega de sempre onde fui então em seguida até a prateleira no qual peguei o livro em que eu estava interessada portanto acabei me distraindo por um rapaz que havia acabado de entrar na livraria no qual acabei deixando o livro em que estava segurando cair na minha testa no qual acabei me lavando um maior susto devido que m*l havia percebido de que eu havia acabado me distraindo portanto na minha defesa aqueles olhos marrons era de tirar o fôlego no qual sentia alguma conexão forte com ele sem menos conhecê-lo o que eu não conseguia entender pois isso de fato jamais aconteceu comigo e no qual havia acabado me deixando ainda mais confusa portanto assim que senti os olhos deles sobre mim no que me fez entender de que eu havia acabado chamando ou ganhando como queira a atenção dele no mesmo instante peguei meu livro que havia sido derrubado no chão após o acidente do modo a se chamar e assim fui até uma mesa qualquer abrindo em qualquer página para tentar fingir ler porém não deu muito certo devido que aquele garoto em que havia chamado a minha atenção estava vindo nesse exato momento até a minha direção. Portanto no meio do caminho o mesmo foi interrompido assim que o celular dele tocou de repente no qual trocamos aquela troca de olhar para que em seguida o mesmo se retirou e assim acabou me deixando ainda mais na curiosidade de porque o mesmo mexia tanto comigo e quem era ele afinal? Não sabia a resposta a essas duas perguntas, mas se havia algo na qual eu tinha tanta certeza era de que não esqueceria daquela troca de olhar e dos seus belos olhos marrons. Gabriel: Era tarde de noite quando ouço a voz do meu i*****l de irmão Guilherme berrando como sempre na nossa mãe no que a probabilidade do assunto ser importante era baixo e sim de fato com certeza deveria ser mais uma daquelas birras dele o que estava me irritando cada vez mais então levantei da minha aconchegante cama no que desci as escadas tomando caminho até a cozinha onde acabei pegando o Guilherme jogar o prato de comida em que a nossa mãe fez com tanto carinho para o mesmo comer e no que obviamente a raiva subiu pela minha cabeça pois além de estar exausto do dia estava também cansado de ver o meu irmão mais novo desrespeitar e desvalorizar a nossa mãe como sempre estava acostumado fazer devido que acabou aprendendo isso com o nosso maldito pai Joaquim em que era um homem sem um pingo de respeito no que acreditava de que o lugar de mulher era em casa cuidando dos afazeres e dos filhos pois bem eu sinceramente não acreditava nisso e em uma noite distante nossa mãe, Ana finalmente botou o infeliz do nosso pai para fora, expulsando-o de casa no que brigas e conflitos foram se criando mas que ao final deu tudo certo ou pelo menos quase pois Guilherme ficou de ficar com o Joaquim e eu com a nossa mãe Ana então em base da personalidade já devem se imaginar o resultado da educação portanto anos depois em que se eu não me engano quatro anos atrás nosso pai veio a falecer no que nunca chegamos a saber em como ou onde no que Guilherme passou sobre a guarda da nossa mãe Ana porém infelizmente as coisas para o meu irmão caçula já era de ser perdido pois a convivência em que ele teve com o nosso pai acabou meio que fazendo uma lavagem cerebral de modo sarcástico de se dizer e assim fazendo com que Guilherme tivesse o mesmo raciocínio e ponto de vista de que o nosso pai Joaquim.
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