NARRADO POR: VICTOR "VK" — Eu me cuido, Victor... — a voz dela saiu como uma navalha, cortando o silêncio pesado que tinha ficado no quarto depois que a nossa p*****a baixou. Ela tava lá, jogada naquele lençol de mil fios todo revirado, o corpo moreno brilhando sob a luz fraca da suíte, o cabelo parecendo um ninho de cobra e o batom borrado até o queixo. Mas a marra... ah, a marra da doutora tava intacta, como se ela não tivesse acabado de ser moída por mim. — Eu uso DIU, tá legal? Não precisa entrar em pânico achando que eu vou prender você com um filho. Eu sou dona do meu corpo e da minha prevenção. Eu decido quem entra e quem deixa rastro. Senti um estalo no juízo, um bagulho que ardeu mais que tiro de fuzil. O alívio de não ter um problema de herdeiro pra resolver foi atropelado por

