Desci as escadas com ela tropeçando, arrastando aquela p*****a até a cozinha. Eu não ia sujar o meu santuário, o meu quarto, com o resto dos meus soldados. Joguei ela em cima da mesa de mármore da cozinha, a pedra fria e dura. O som da carne dela batendo na pedra ecoou no silêncio da mansão. Ela gemeu, mas eu vi no olho dela que não foi de dor, foi de safadeza pura, ela já tava abrindo as pernas de propósito e me provocando com o olhar de quem queria ser usada. Eu tava possesso. A humilhação que a Maitê me fez passar no beco tava sendo transferida pra ali, com juros. Joguei o fuzil no canto, em cima da bancada, e abri o zíper da minha calça com uma mão só, tirando o meu p*u pra fora. Ele tava latejando, duro como um cano de fuzil, as veias saltadas pela raiva e pela vontade reprimida. A J

