Capitulo 100 VK

1881 Words

NARRADO POR: VICTOR "VK" ​A marrenta não é brincadeira, papo de visão. m*l o suor tinha esfriado no couro da BMW, o vidro ainda tava todo embaçado da p@taria nuclear que a gente fez, e ela já tava lá, com aquele olhar de desafio que me tira do sério e me vicia na mesma intensidade. Sem pedir licença, sem "por favor", a Maitê esticou o braço e catou a minha camisa social branca de seda que tava jogada no chão do carro, toda amassada. ​— Se vira, Victor Hugo. Vai só com isso aí mesmo — ela soltou, com um sorriso de canto que era puro deboche de elite, aquela arrogância que só quem nasceu em berço de ouro e tem fogo nas veias consegue sustentar. ​Ela vestiu a minha camisa, que ficou enorme nela, batendo no meio das coxas morenas e deliciosas, mas deixando o rastro do meu perfume e o cheiro

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