NARRADO POR: VICTOR "VK" Olhei para aquela cena ali no chão da BMW e o meu juízo virou um lixão de p*****a. A Maitê, com aquela cara de santa que estampa porta-retrato de família rica e os atos de v@gabunda que deixaria qualquer p*****a de baile no chinelo, tinha acabado de me desmontar por completo. O cheiro de sexo, suor e perfume dela tava tão forte dentro daquela nave que parecia que eu tava chapado de k9, perdendo os sentidos. Eu não aguentei. A vontade de marcar aquela boca de novo, de sentir o gosto do meu próprio veneno misturado com a saliva da doutora, foi maior que qualquer ponta de orgulho que eu ainda tentava sustentar. Avancei nela ali mesmo, no chão apertado da BMW, entre o couro e o tapete, puxando ela pelo pescoço com uma vontade bruta e colando nossos lábios num beijo

