Capítulo 103 Vk

2323 Words

NARRADO POR: VICTOR "VK" A Maitê levantou da areia num vulto só, papo de visão, o corpo moreno brilhando sob a luz da lua igual a uma estátua de ouro esculpida no próprio pecado. Ela catou a minha camisa social jogada num canto, sacudiu a areia com uma marra que me deixou no puro veneno e vestiu o pano devagar, fechando apenas dois botões na altura do peito. A camisa ficou enorme, batendo no meio daquelas coxas morenas que eu acabei de m@cetar no mar, mas deixava desenhada a silhueta daquela b@nda monumental contra o vento da madrugada. Ela me olhou de cima, recuperando a armadura de marrenta da Barra, os olhos castanhos voltando a ficar gelados e afiados como o mármore da mansão dela. — Tu não é homem de se apaixonar, Victor Hugo. Você mesmo sempre diz que o ritmo é "pega e não se apeg

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