O Victor apareceu descendo os degraus de bermuda, o peito nu e tatuado exalando aquele calor nuclear. Ele tava com aquela marra de dono da p***a toda, o olhar ainda carregado de sono e desejo. Ele nem olhou pro lado; veio direto na minha direção e me abraçou por trás, colando o peito quente nas minhas costas e enterrando o rosto no meu pescoço, ignorando completamente a presença da Jéssica, como se ela fosse parte da mobília. — Por que não me acordou, gostosa? — ele sibilou, a voz rascante, rouca, enquanto as mãos dele apertavam a minha cintura com uma posse que me fez estremecer. — Acordar sem o teu cheiro do meu lado quase me fez perder a linha no primeiro minuto do dia. A cama ficou vazia sem o teu rastro, marrenta. O ogro acordou com fome de ti. Dei um riso baixo, jogando a cabeça

