NENÊ NARRANDO Saí da casa, Mandei botar fogo no corpo daquela maldita, eu queria que queimasse até virar carvão. Não tinha mais volta, mas meu foco agora era outro. Isabela estava ali, desacordada, e eu não conseguia pensar em mais nada além dela. Quando me aproximei do carro, a visão dela, deitada e sem vida, fez meu coração acelerar como um louco. Eu precisava me controlar. Meus pensamentos estavam correndo a mil, e eu me forcei a lembrar que, sou apenas o Leandro, o noivo da Isabela. O medo tomou conta de mim, um medo desesperador de perder ela. Sentando no banco de trás, coloquei a cabeça dela no meu colo. Acariciei o rosto dela, tentando não pensar na cena horrorosa diante dos meus olhos, e comecei a chamar por ela desesperado: — Isabela, amor, por favor, acorda, por favor! Meu A

