ISABELA NARRANDO A caminhonete foi se afastando cada vez mais. Eu estava deitada no banco, com as mãos amarradas para trás. Comecei a chutar o banco do motorista, me esperneando e gritando que o meu noivo vai matar todos eles. Gritei que eles não iriam muito longe; odeio chamá-lo assim, mas foi necessário. Ele não gosta que eu fale o seu nome em público. — Eu tenho até dó... ou melhor, não tenho nenhuma quando o monstro pegar vocês. Ele vai sangrar um por um e beber o sangue — falei, enquanto me arrepiava de nojo só de pensar. — Então é verdade que o maluco lá bebe sangue? Porr@, ele é doido mesmo — falou um dos homens que estavam na caminhonete. O motorista gritou para que eu parasse de chutar, mas quanto mais ele gritava, mais eu chutava, até que ele freou bruscamente e eu caí no as

