NENÊ NARRANDO Acordei meio desorientado, piscando os olhos devagar, tentando entender onde eu tava. Foi quando vi a Isabela ali, deitada do meu lado, me olhando com aquele sorriso de quem já sabia o que eu ia fazer. Não pensei duas vezes. Puxei ela pra mim, envolvi nos meus braços, sentindo o calor do corpo dela junto ao meu. — Bom dia, minha ruiva – sussurrei, a voz ainda rouca do sono. Ela riu, aquele riso que derrete qualquer coração de pedra. — Bom dia, amor, Hoje é o dia, Leandro. — É, hoje vamos conhecer nosso Ruivinho — respondi, dando um beijo na testa dela. Levantamos devagar, ainda meio preguiçosos. Fizemos nossa rotina e Fomos pra cozinha, eu passei um café enquanto ela preparava umas torradas. Só que, como sempre, a Isabela ficou enjoada antes de comer. Ela correu pro ba

