ISABELA NARRANDO Eu nunca tinha visto nada igual. O som, as pessoas animadas, parecia que o ar estava carregado de eletricidade. Mas quando o Leandro se aproximou por trás de mim e envolveu minha cintura com os braços, eu fiquei mais tranquila. Ele encostou o corpo no meu e deu um beijo suave no meu pescoço. Eu não consegui evitar, um sorriso apareceu no meu rosto. Enquanto a gente começava a andar, os homens armados ao redor formaram um cordão de isolamento. Eram muitos, todos sérios e concentrados, mantendo as pessoas à distância. À medida que passávamos, as pessoas abaixavam a cabeça, como se fosse um sinal de respeito, ou sei lá, uma reverência. Elas levantavam as armas, e começaram a gritar "Monstro, monstro, monstro!". Leandro levantou a mão que estava segurando a arma. Subimo

