NENÊ NARRANDO Acordei quase na hora do almoço, meu braço deu uma fisgada, espero que aquele cüzão no mínimo tenha rachado o crânio. Vou tomar mais remédio daquele que o Anjo me deu, pra dar uma aliviada maior. Me levantei com um movimento brusco, tentando não fazer barulho. Era como se cada passo fosse um esforço para conter a fúria que fervia dentro de mim. O colchão rangeu quando eu me levantei, e, de olhos semicerrados, fui até o banheiro e joguei água fria no rosto, a sensação gelada me acordou instantaneamente. A sensação de estar ainda meio zonzo foi substituída por uma clareza fria e calculada. Vesti uma bermuda e Calcei meu chinelo, O peso da pistola na minha cintura me lembrava do motivo pelo qual eu estava tão animado. Saí do quarto e deixei minha princesa dormindo. Já tá vi

