Quando o Tempo Parou

3470 Words
Ela me olhou com os olhos marejados, mas havia um brilho suave neles — aquele tipo de brilho que só aparece quando o coração quer se abrir, mesmo depois da dor. Então ela respirou fundo, esboçou um sorriso tímido e disse: — Eu te perdoo… mas só com uma condição. Franzi o cenho, surpresa e curiosa. — Qual? Ela se levantou lentamente, deu a volta na mesa e parou bem na minha frente. Estendeu a mão e disse, com a voz suave, mas firme: — Que você dance comigo. Aqui. Agora. Meu coração se apertou e se aqueceu ao mesmo tempo. Peguei a mão dela sem hesitar, me levantando devagar. A música ainda tocava baixinho na caixinha — A Thousand Years – Christina Perri — como se fosse a trilha sonora da nossa reconciliação. Liz me puxou levemente para o centro da sala, os passos suaves como se temesse que qualquer movimento brusco pudesse quebrar o encanto daquele momento. A luz suave refletia no rosto dela, e por um instante, tudo ao nosso redor pareceu desaparecer — era só nós duas, ali, de novo. Ela passou os braços ao redor do meu pescoço, e eu envolvi sua cintura com delicadeza. A música preenchia o ar com uma doçura quase mágica, e nossos corpos começaram a se mover devagar, em sintonia. Nenhuma de nós disse uma palavra. Não precisava. Cada passo, cada olhar, cada suspiro falava mais do que qualquer desculpa, mais do que qualquer promessa. Fechei os olhos por um instante, sentindo o coração desacelerar e, ao mesmo tempo, se encher de esperança. Como se aquele abraço dançado pudesse costurar as rachaduras que havíamos deixado pelo caminho. Ela encostou a testa na minha e sussurrou, baixinho: — Eu só queria você… só você. Senti os olhos arderem e sorri, com a voz embargada: — E você me tem. Sempre teve. E ali, embaladas por uma canção que parecia ter sido feita para nós, dançamos como se o tempo tivesse parado — só para dar mais uma chance ao amor. Então, em meio à dança, o perfume de Liz me envolveu por completo, me deixando completamente entorpecida. Era impossível não me perder naquele momento. — Sabe, Liz… você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida — murmurei, minha voz embargada pelo sentimento. Ela sorriu, aquele sorriso que sempre me desmontava, e respondeu com doçura: — E você também, minha maluquinha… — fez uma pausa, seus olhos mergulhados nos meus — Não sei se consigo viver sem você. Só de imaginar ficar longe já me dá um nó no peito. Meus braços apertaram um pouco mais sua cintura, como se meu corpo quisesse dizer o que as palavras não conseguiam. Meu coração batia descompassado, mas não de medo — e sim de amor. — Então não vamos mais ficar longe — sussurrei. — Nunca mais. E ali, ainda embaladas pela música, entre passos lentos e promessas silenciosas, entendemos que o amor que nos unia era maior que qualquer erro… e forte o bastante para recomeçar. Nunca tinha reparado como a boca da Liz era tão linda… Talvez por distração, talvez por medo de olhar demais. Mas agora, com aquele batom vermelho marcando perfeitamente os lábios dela, era impossível não notar. Estavam tão chamativos… tão irresistíveis. Uau. Fiquei hipnotizada por alguns segundos, acompanhando o movimento suave de sua boca quando ela sorria ou dizia algo baixinho. Aqueles lábios pareciam feitos sob medida pra me provocar — ou talvez só estivesse me lembrando do quanto eu era apaixonada por ela. Meu coração acelerou, e senti um arrepio percorrer minha espinha. — Esse batom em você devia ser proibido, Liz… — sussurrei com um sorriso enviesado, me aproximando um pouco mais. Ela arqueou uma sobrancelha divertida: — Ah, é? Por quê? — Porque fica difícil me concentrar em qualquer outra coisa. — Liz… você é a mulher mais linda que eu já vi — falei, inclinando um pouco o rosto para encarar melhor seus olhos, já que ela era um pouco mais baixa que eu. Ela sorriu de leve, o rubor subindo pelas bochechas sardentas, e eu não resisti: — E essas suas sardas… são tão fofinhas. Sempre achei lindas, mas hoje, com esse batom vermelho… estão ainda mais encantadoras. Toquei de leve o seu rosto, deixando os meus dedos percorrerem suavemente a pele macia, como se quisesse guardar aquele momento para sempre. Ela abaixou os olhos por um instante, envergonhada, e depois me encarou com aquele olhar que fazia sempre meu coração acelerar. * POV Eliza Martinez Estou me perdendo em cada palavra da Joice. Tudo nela me encanta — o jeito como me olha, o cheiro envolvente da pele dela, o toque das mãos deslizando suavemente sobre meu corpo. Cada gesto desperta algo dentro de mim, algo intenso e impossível de ignorar. Os meus olhos não conseguem se desviar da boca dela… aquela boca que me faz desejar sentir o gosto, o calor, a entrega. Então me afastei devagar dos braços dela, ainda sentindo o calor do toque em minha pele. Fui até a mesa, peguei minha taça e bebi o restante do vinho num só gole, como se precisasse dele para acalmar a tempestade que se formava dentro de mim. Mas não foi o suficiente. Enchi a taça novamente, levei aos lábios e bebi mais um pouco, sentindo o sabor suave e adocicado deslizar pela garganta — tentando, em vão, apagar o fogo que ela tinha acendido em mim. Escuto a voz de Joice, cheia daquele jeito brincalhão que eu adoro: — Eita, ruivinha, vai com calma aí, não beba tudo! Eu também quero trazer a garrafa pra cá, sabe? Ela solta uma risadinha e me lança um olhar malicioso, como se estivesse pronta para disputar o vinho comigo. Deixei a taça em cima da mesa e peguei a garrafa com o restante do vinho. Caminhei até a sala, onde Joice estava sentada no chão, encostada no sofá, com aquele ar tranquilo que me fazia querer parar o tempo. Entreguei a garrafa nas mãos dela, e os nossos olhares se cruzaram por um segundo que pareceu eterno. Sem dizer nada, me sentei ao lado dela, sentindo a proximidade aquecer o ambiente mais do que qualquer coberta poderia. Faz cinco anos que nos conhecemos… e até hoje lembro direitinho do dia em que tudo começou. A forma mais inusitada e completamente “a nossa cara”: nós literalmente esbarramos. Impossível esquecer… principalmente depois de levar um soco daqueles, né? — ela riu, e eu a acompanhei, com aquele riso gostoso que só a gente tem. — Ninguém mandou você me chamar de baixinha, sua maluquinha — disse, cruzando os braços, tentando manter a pose séria… mas o sorriso já escapava no canto da boca ao lembrar da cena. Joice riu alto, aquele riso gostoso que sempre me desarma sem esforço. — Ei! Mas eu nem sabia seu nome ainda! Achei que você tinha ficado brava porque eu esbarrei em você. Revirei os olhos, dramatizando a indignação. — Você esbarrou e me chamou de baixinha. Duplo motivo pra te dar um soco. — E mesmo assim você caiu de amores por mim — ela retrucou com aquele sorrisinho convencido que eu fingia detestar… mas secretamente adorava. — Quem disse que eu caí? — rebati, mordendo o lábio para conter a risada. — Ah, ruivinha… você caiu. E foi bonito. Continuamos dividindo a garrafa de vinho, entre goles e risadas soltas, enquanto relembramos alguns momentos de nossas histórias juntas. As memórias surgiam fáceis, embaladas pela leveza do álcool, que fazia tudo parecer mais leve e mais simples. A conversa fluiu solta, sem pressa, como se o tempo tivesse decidido desacelerar só para nós duas. Entre uma recordação e outra, nossos olhares se cruzavam com aquela cumplicidade que só a i********e verdadeira traz. Era como se, ali, naquele instante, nada mais importasse além daquele momento compartilhado — tão real e intenso, cheio de promessas silenciosas. O vinho acabou, e, de repente, começou a tocar Lady Marmalade — Christina Aguilera, Lil' Kim, Mýa & Pink. Não resisti. Levantei do chão, tirei minhas sapatilhas e puxei Joice pela camiseta, ajeitando-a sentada na poltrona ao lado do sofá. Me posicionei na frente dela, deixando o ritmo da música tomar conta do meu corpo. Comecei a dançar, devagar, com um movimento sensual, sentindo cada batida pulsar dentro de mim. Os olhos dela me acompanhavam, brilhando, e eu me entregava ao momento, querendo que cada gesto falasse tudo o que palavras não conseguiam dizer. Logo a música terminou, mas uma nova começou a tocar — Buttons, das Pussycat Dolls, mais provocante, cheia de atitude. Me deixei levar pelo ritmo, começando a dançar com movimentos sensuais, sem pensar muito. De repente, senti as mãos de Joice deslizando pela minha cintura, puxando-me para mais perto enquanto eu rebolava ao som da música. O calor do toque dela me percorreu inteiro, e o meu corpo respondeu automaticamente. Aquele momento entre nós, tão elétrico e intenso, parecia suspenso no tempo. Então me virei, sentada no colo dela de frente, os corpos colados, a respiração entrecortada. Naquele momento, o mundo ao redor simplesmente desapareceu — só existíamos nós duas, no calor daquele instante. Olhei nos olhos verdes claros de Joice. Havia tanta coisa ali… desejo, carinho, surpresa… e algo mais profundo, mais antigo, como se aquela conexão estivesse sendo costurada há muito tempo. A boca dela estava entreaberta, os lábios úmidos, convidativos. Meu coração batia tão forte que parecia querer sair do peito. Passei minhas mãos suavemente pelo rosto dela, sentindo a pele quente sob meus dedos. Me inclinei devagar, sem conseguir resistir. E a beijei. Foi um beijo doce, intenso, cheio de sentimentos não ditos. Um beijo que carregava saudade, amor e aquela vontade urgente de estar perto. As mãos dela seguraram firme a minha cintura, como se dissesse silenciosamente: fica comigo. * POV Joice Aí caramba… a Liz tá me beijando. Meu coração tá batendo tão forte que parece que vai sair pela boca. Não dá pra pensar em mais nada, só no gosto da boca dela, nesse calor que tá crescendo entre nós. Coloquei uma mão por dentro do cabelo dela, puxando de leve, só pra sentir mais… só pra intensificar aquele beijo que já tava me deixando completamente fora de mim. Com a outra mão, segurei firme sua cintura, puxando ela mais pra perto, como se nossos corpos já não estivessem grudados o suficiente. A Liz corresponde com a mesma fome, com a mesma urgência. O beijo vai ficando mais quente, mais intenso, como se a gente estivesse tentando dizer tudo o que ficou preso por tanto tempo — os medos, as saudades, o amor que ainda tá aqui, firme, pulsando.A minha respiração já tá descompassada, meu corpo inteiro arrepiado. A presença dela me invade por completo, e tudo que eu quero agora é que esse momento nunca acabe. Comecei a ficar sem ar, o coração disparado, a respiração curta… então, sem pensar muito, deixei meus lábios deslizarem da boca dela até o pescoço. Beijei devagar, sentindo o perfume floral frutado que sempre me deixava tonta — agora misturado com aquele cheirinho doce do hidratante de frutas vermelhas que só ela sabia escolher. A pele dela era quente, macia, e o pescoço se tornou meu novo refúgio. Dei alguns beijos suaves, depois deixei a boca encostar com mais intenção… chupando de leve, marcando o momento com o cuidado de quem sabe que aquilo é mais do que só desejo — é carinho, é reencontro, é tudo que a gente segurou por tempo demais. Senti a Eliza se arrepiar nos meus braços, os dedos dela apertando o meu ombro, e isso só me fez querer cuidar mais, aproveitar cada segundo daquele instante que parecia suspenso no tempo. De repente, ouvi um gemido baixo escapar dos lábios da Eliza, suave e manhoso, enquanto eu ainda explorava o pescoço dela com beijos e carícias. Aquele som me atravessou como um raio, acendendo algo dentro de mim que era puro desejo, mas também ternura. Ela começou a se mover sutilmente no meu colo, um rebolar leve que fazia meu coração bater ainda mais rápido — e minha mente quase perder o controle. A forma como ela reagia ao meu toque, à minha presença, era enlouquecedora. E mesmo ali, em meio ao calor do momento, eu não conseguia parar de admirá-la. Os olhos fechados, a respiração entrecortada, os dedos cravados nos meus ombros… era como se estivéssemos em perfeita sintonia, como se cada gesto e cada suspiro contasse uma história só nossa. — Liz… — murmurei, encostando minha testa na dela por um instante, tentando me ancorar naquele momento tão intenso. — Você me deixa completamente fora de mim. Ela abriu os olhos devagar e sorriu, aquele sorrisinho que me desmontava — como se dissesse que ela sabia exatamente o que estava fazendo comigo. Com Liz ainda no meu colo, me levantei da poltrona devagar, sem desfazer o laço dos nossos corpos. Ela se aconchegou em mim como se aquele fosse o lugar mais seguro do mundo, e meu coração disparou ao sentir a confiança dela em mim — o peso leve, o perfume que me envolvia, o olhar que dizia mais do que qualquer palavra. Fui até o quarto dela, sentindo cada passo como parte de algo maior, algo que a gente construiu ao longo dos anos — entre tropeços, risadas e reencontros. Empurrei a porta com o ombro e entrei, ainda com ela nos braços. A luz suave que vinha do abajur deixava o ambiente cálido e calmo, quase mágico. Deitei Liz com carinho sobre a cama, como se ela fosse a coisa mais preciosa do mundo — porque era. Me debrucei sobre ela, os cabelos caindo ao redor do rosto dela como uma cortina íntima, e sussurrei com um sorriso: — Ainda tá achando que não caiu de amores por mim? Ela riu baixinho, puxando minha camiseta e me aproximando de novo. — Talvez eu tenha tropeçado… e tenha caído direto no seu colo. Eu percebi a hesitação nos olhos da Eliza, mesmo com todo o desejo e carinho ali, ela parecia nervosa… como se estivesse atravessando um limite novo. Ela respirou fundo, desviando o olhar por um instante, e então disse baixinho, quase como um segredo: — Eu nunca… fiquei com uma garota antes. Eu não sei o que fazer. Meu coração se apertou com tanta ternura. Aproximei meu rosto do dela, toquei sua bochecha com cuidado, e deixei um beijo leve na testa antes de sussurrar com um sorriso acolhedor: — Ei, minha ruiva… não precisa se preocupar com isso. Não tem certo ou errado aqui. Eu mostro… e, se quiser, eu te ensino. Mas só se você quiser, no seu tempo, do seu jeito. Os olhos dela voltaram pros meus, agora mais calmos, e um pequeno sorriso surgiu em seus lábios. — Eu confio em você, Joice… — Então pode ficar tranquila, ok? — falei, encostando nossas testas, sentindo sua respiração se misturar com a minha. — A gente descobre juntas. Ela assentiu, e naquele instante, mais do que desejo, o que nos envolvia era cuidado. Carinho. É uma conexão verdadeira. Então comecei a beijar a Liz devagar, sem pressa. Não havia urgência, apenas o desejo de sentir e explorar cada detalhe daquele momento — como se o tempo tivesse diminuído só para nós duas. Nossas bocas se encontravam com suavidade, e nossas línguas se tocavam num ritmo calmo, como se dançassem juntas, descobrindo uma à outra no compasso do nosso próprio tempo. Minhas mãos deslizavam pelo corpo dela com cuidado, sentindo o calor que irradiava da sua pele, o arrepio sutil a cada toque, como se cada centímetro dela estivesse respondendo à minha presença. E quanto mais eu sentia Liz, mais certeza tinha: era mais que desejo — era entrega, era confiança, era amor crescendo no silêncio entre um suspiro e outro. Liz me olhava como se visse o mundo inteiro em mim, e isso bastava para fazer-me querer cuidar dela como se fosse meu lar. Continuei a distribuir beijos pelo pescoço da Liz, sentindo cada arrepio que ela deixava escapar. Subi até sua orelha e a mordisquei de leve, provocando um suspiro que me fez sorrir contra sua pele. Sussurrei baixinho, com a voz carregada de emoção e desejo contido: — Você é completamente minha, Liz… Ela fechou os olhos, entregue ao momento, e me abraçou com mais força, como se dissesse sem palavras que também era dela, que aquela entrega era mútua. Desci novamente, beijando com carinho o pescoço dela, e logo acima do colo, onde seu coração batia acelerado sob minha pele. Cada gesto era uma declaração silenciosa de cuidado, de conexão, de um sentimento que ia muito além do físico. O nosso momento era só nosso — um encontro de almas, de histórias e de escolhas feitas com o coração. Senti as mãos de Liz deslizando por baixo da minha camiseta, as unhas arranhando levemente minhas costas, provocando um arrepio delicioso que subia pela espinha. Quando ela puxou minha camiseta para cima, entendi o recado e a retirei com cuidado, sentindo a pele exposta ao toque quente dela. Sentei-me na cama e tirei os tênis, enquanto Liz, de joelhos, começou a tirar o vestido com uma leveza quase hipnotizante, jogando-o de lado. Meus olhos não conseguiam desviar do corpo dela — os s***s delicados, a pele clara e macia, a barriga suave, e as curvas que me deixavam sem fôlego. Quando ela apareceu com aquela calcinha vermelha de renda, um sorriso involuntário se abriu em meu rosto. Aquela visão me encheu de desejo, mas também de um carinho profundo, como se cada detalhe fosse um presente que eu pudesse finalmente apreciar de perto. Meu coração acelerou, e eu sabia que cada instante ali, entre nós, era único — cheio de descobertas, de confiança e de uma conexão que ia muito além do que as palavras poderiam expressar. Sem pensar duas vezes, agarrei Liz e a puxei para um beijo intenso, cheio de desejo e t***o. Os nossos corpos se encaixam naturalmente, cada toque e cada gesto incendiando uma chama que parecia impossível de apagar. O beijo foi profundo, urgente, como se fosse a primeira vez e a última ao mesmo tempo. A minha respiração acelerou enquanto sentia o calor dela junto ao meu, e tudo ao redor desapareceu, restando apenas nós duas naquele momento de pura entrega. Eu a deitei delicadamente na cama, o meu corpo se posicionando entre as suas pernas. Enquanto os meus lábios desciam em beijos suaves e ardentes pelo seu pescoço e clavícula, as minhas mãos exploravam cada curva do seu corpo agora livre, sentindo a pele quente e macia sob os meus dedos, sem nenhum tecido a impedir o nosso contato. Cada toque despertava uma reação silenciosa dela, uma mistura de desejo e entrega que me deixava completamente fascinada. O silêncio do quarto era preenchido apenas pelo som das nossas respirações entrecortadas e sussurros quase inaudíveis de prazer. Ao perceber que Liz tentava abrir a minha calça, interrompi o beijo suavemente e me afastei um pouco, saindo de cima dela. Tirei o restante da minha roupa, ficando apenas de roupa íntima. O ar entre nós ficou carregado de expectativa, enquanto os nossos olhares se cruzavam, cheios de desejo e carinho, prontos para o que viria a seguir. Comecei a distribuir beijos pelo corpo dela, sentindo a pele quente sob os meus lábios. Os meus olhos se fixaram nos s***s fartos dela, e a vontade foi instantânea — não resisti e levei a minha boca até ali. Delicadamente, deixei leves marcas com a boca enquanto segurava e apertava um deles, explorando o outro com carinho e desejo, sentindo a conexão entre nós crescermos a cada toque. Os gemidos de Liz ficavam cada vez mais intensos e envolventes, enchendo o quarto com sua melodia de prazer. Eu desci os beijos lentamente pela barriga e ventre dela, sentindo cada suspiro escapar de seus lábios. Quando cheguei às pernas, comecei a beijá-las com delicadeza, explorando a parte interna das coxas, deixando um rastro suave de calor e desejo que a fizesse arrepiar sob meu toque. As minhas mãos deslizaram até a delicada renda da calcinha dela, e com cuidado puxei levemente, sentindo a maciez do tecido contra a minha pele. Liz estremeceu sob meu toque, a expectativa crescendo no ar entre nós, cada movimento carregado de um desejo silencioso, quase palpável. Com cuidado e respeito, aproximei minha boca da sua i********e, explorando cada sensação, cada suspiro, querendo fazer você se sentir desejada e amada em cada toque. Me entreguei a esse momento só nosso, sentindo a conexão intensa que nos unia. O seu corpo reagia ao meu toque, cada suspiro seu me guiava, mostrando o caminho para aprofundar o nosso prazer. Eu me deixava levar pelo sabor e pela sensação quente que
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD