Capítulo 05

1045 Words
{11} Amanhã, É amanhã o baile que tenho que ir. E se eu não for? Penso Ele não teria coragem de invadir minha casa, ou teria? Esse cara é maluco. Estava muito avoada, estava fazendo tudo errado, estava sem atenção as coisas. Xxx– eu pedi uma coxinha, não isso. - disse a garota com um salgado na mão. Alexia– isso se chama risole -pego da mão dela, dando uma mordida – e está uma delícia, não tem coxinha. - ela sai batendo pé. Viro de costas para o balcão, não tinha ninguém para atender, então começei a anotar coisas no caderninho. Xxx– oi moça quero.. - me viro para atender a pessoa – você. Era a Márcia, vó do filho do Vitor. Alexia– oi, tudo bom? - pergunto sem jeito. Márcia– quero esse. - aponta para o salgado. – trabalha aqui também menina? - sorrio. Alexia– sim, e o menino está bem? - entrego oque ela pediu. Márcia– está sim, ele tinha engoli..- e interrompida. Cristina– filha vim aqui pegar o.. - para de falar quando vê a marcia. Márcia– Cristina - elas se abraça – quanto tempo. Elas se conhecem? Fiquei boba, mas se bem, quem minha mãe não conhece, se ela quisesse poderia ser governadora. Cristina– achei que você tinha até se mudado, nunca mais te vi. Márcia– que nada, fiquei um tempo fora por causa da minha filha. Cristina– ah sim, e ela? ultima vez que vi ela era uma criança. Márcia– faz tempo então. agora ela já tem um menino. Cristina– sério? então ela tá com a criança? você já é vovó amiga, eu mato a Alexia se ela engravidar agora. Minha mãe sabe de nada mesmo. Márcia– ela ta com uns parentes no interior, eu fiquei um tempo lá, mas logo voltei pro morro com meu neto. Acho que elas já esqueceram minha presença aqui. Cristina– ela não quis ficar com a criança? Minha mãe não sabe a hora de parar. Márcia– aah, ela não queria ter filho, era nova, tinha sonhos, não queria nada que a prendesse. Cristina– ah sim. - não sabia para onde olhar. Alexia– e vocês se conhecem? Pelo visto... Márcia– sua mãe foi minha amiga no colégio. Cristina– melhor amiga. - elas sorriram. Alexia– hum, conta mais.. - digo interessada no assunto. Márcia– sua mãe tinha um corpo de dar inveja, todos queriam seu pai era um ciumento. - disse rindo minha mãe logo ficou tensa. Cristina– você também era demais - disse rindo. Márcia– tenho que ir para casa, minha vizinha que ficou com meu neném por alguns minutinhos, tenho ninguém de confiança para ficar com ele. Cristina– se quiser algum dia é só pedir. Márcia– E eu vou pedir ein, foi bom te ver - elas se abraça – tchau Alexia. Alexia– tchau. - sorri amigável. Cristina– me da logo - entrego oque ela veio aqui pega – direto para casa ein mocinha. {12} Estava sentada na minha cama, com o olhar fixo ao meu reflexo no espelho, abria e fechava o canivete na minha mão. Liz– que roupa é essa? Parece que ta vestida pra matar - parou assim que eu não ri. – ai meu deus, você vai matar alguém? Alexia– não matar, tá doida, mato nem um mosquito. A rua tá perigosa, temos que se proteger.  - fecho o canivete guardando no bolso do vestido. – vamos? Liz foi o caminho todo pertubando para saber se ta acontecendo alguma coisa, ignorei ela. Tinha até fila para entrar no baile, imagina como que deve estar lá dentro. Xxx– não gosto dela. - disse a garota para a amiga do lado. Liz– não gosta de mim? Toma red bull cria asas é va pro inferno, gatona. - disse cheias das ironias. – eu que não vou ficar nessa fila, olha o bocão lá. Bocão é um conhecido nosso, não me pergunto por que o vulgo dele é assim Liz me puxou, e foi correndo até ele que estava entrando. Liz passou um braço no dele e eu no outro. Liz– estamos contigo ein. - disse para gente entra. Bocão– quero estar contigo de outro jeito. - disse cheio de interesses. Liz– quem sabe mais tarde - largou o braço dele – vamos lexy. Alexia– você é muito p*****a garota - digo rindo. Liz– estranho seria se eu não fosse, ele é gostosinho também.  Logo achamos mariana na pista, disse ela que ficaria por aqui hoje. Mariana– não vai beber, não? - perguntou me oferecendo um copo, neguei – ih, por que? tu sempre bebe. Quero estar totalmente sóbria hoje, penso alto. Alexia– só não estou afim hoje. - ela fez uma cara desconfiada mas não perguntou mais nada.                   *** As garotas dançavam perto da mesa que estou sentada, estou assim. Só observando, tudo. Estava atenta. Percebo Enzo chegar na nossa mesa, mas não olhei para ele, ainda estou bolada pela maneira que falou comigo. Liz– e ai, gostosão. - pula no colo dele, logicamente bêbada. Enzo– lizia..lizia.. - disse rindo. Liz– não entendi direito, fala mais perto da minha boca. Eles ficaram naquela enrolação, e eu já queria ir embora. Enzo– ei garota - me chamou quando levantei – quero falar contigo, calma ai. Não esperei ele, já fui saindo do baile, ja deveria ser umas duas da manhã. Não sei pra que vim, graças a deus não me aconteceu mada. Sinto alguém puxa meu braço, viro já alarmada vendo o enzo. Enzo– desculpa tabom? - olho séria para ele. – você é minha irmzinha, não quero isso pra você, desculpa de coração mesmo. E o abraço, eu precisva desse abraço. Eu tenho uma péssima qualidade, não consigo guardar tanto rancor, perdoou com facilidade. Alexia– não vai acontecer nada comigo. - digo sem solta do abraço Enzo– eu te amo. - beija o topo da minha cabeça. Alexia– agora vai lá, tem uma louca lá dentro para cuidar. - sorrio. Enzo– eu te levo em casa. Alexia– não precisa, você sabe que minha casa é alguns becos daqui, e a rua está cheia. Enzo– por isso mesmo, da pra te levar e voltar. - então começamos a caminhar. Ele recebe uma mensagem no celular, e logo um carro preto para na nossa frente. 
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