O herdeiro do morro da Rocinha, [28/06/2023 16:37]
nmCapítulo 105
Lorenzo narrando
Em tudo que eu já pensei que poderia passar, jamais pensei em ver meu pai tão vulnerável a vida dessa forma, eu achei que talvez eu receberia um tiro primeiro que ele, e que ele me enterraria, mas jamais achei que eu estaria aqui ao seu lado em uma cama do hospital pedindo pela sua vida.
Eu tive que tomar conta do seu lugar no morro, já que era seu filho e apenas um lá dentro não conseguiria levar para frente, junto com isso veio tantas responsabilidades e pergunta sem nem ter resposta, só consigo me lembrar dele pedindo para que eu prometesse cuidar da minha mãe e do morro.
— Oi – Minha mãe fala entrando
— Oi mãe.
— Nada dele, nem sinal? – ela pergunta
— Você sabe que Samanta disse que eles ainda vão começar tirar a sedação.
— Mas eu queria que ele acordasse – ela fala – nem que fosse para me encher a paciência e me chamar de plastificada.
— Ele vai acordar mãe.
— Estou com medo da reação dele – ela fala
— Vamos está do lado dele – eu falo
— Vai lá meu filho, eu vou ficar aqui com ele.
— Qualquer coisa me chama – eu falo e ela assente com a cabeça e eu beijo a sua testa.
Eu vou para boca, onde encontro Ph bem cansado, a gente estava super cansados.
— Vai descansar que eu tomo conta aqui – eu falo para ele
— Como ele está?
— Estável – eu falo – Samanta te fala algo?
— Não, a mesma coisa que ela diz para vocês – ele fala
— O que resta é aguardar – eu falo
— Eu vou descansar – ele fala – qualquer coisa tu me dar um toque.
— Pode deixar.
Eu pego os papeis da contabilidade e começo a fazer, Mateus estava curtindo o nascimento da filha e a gnete entende que ele tinha que curtir mesmo, então eu e Ph a gente estava se desdobrando.
A porta da boca é aberta e a Silvia entra e eu a encaro, encaro sua barriga que estava enorme, ela me olha e abre um sorriso.
— Eu sabia que ia te encontrar aqui – ela fala – trouxe algo para a gente comer, estava com fome e não queria comer sozinha e Amanda me abandonou.
— Que bom que você veio – eu falo para ela
— Como você está?
— Cansado – eu respondo
— E seu pai e sua mãe?
— A minha mãe está do mesmo jeito, nervosa e aflita , assim como eu – eu falo e ela se aproxima colocando as coisas que trouxe em cima da mesa e ela anda em minha direção, eu empurro a cadeira e puxo ela para se sentar no meu colo, eu passo a mão pela sua barriga e depois em seu rosto. – e você como está? – eu pergunto para ela – está com os olhos vermelhos, o rosto inchado.
— Estou uma verdadeira bola Lorenzo, olha o meu tamanho.
— Está nada – eu falo para ela e sinto a bebê mexer.
— A gente não pensou em nomes ainda.
— Nomes? – eu pergunto
— Essa criança tem que ter nome, se deixar a Amanda chama de aranha – eu começo a rir – eu pensei em Olivia.
— Se ela for magra que nem você vão chamar de Olivia palito.
— Está me chamando de palito Lorenzo? – ela fala
— Não, só estou falando.
— Ana Alice – ela fala – é bonito.
— Vão ficar zoando chamando ela de Ana banana. – eu encaro ele
— O que é? É verdade vão fazer bullyng com ela, não dá – eu falo
— Para de ser b***a – eu falo – nenhum nome você gosta – eu suspiro.
— Emily?
— Não – eu falo
— Valentina? Antonia? – ela pergunta e eu a encaro e ela revira os olhos – você não gosta de nada.
— Falando nisso, precisamos comprar as coisas dela – eu falo – não tem nada, nem o quarto pronto.
— Não – ela fala – eu sei que estão no momento delicado, mas eu posso ajudar você e a Helo a escolher as coisas, eu até meio que eu já vi.
Ela ainda mentia para ela mesmo que ela iria embora daqui, mas era nítido que ela não iria.
— Luana – eu falo olhando para ela – é um nome bonito.
— Mas tem ana no final, podem fazer gracinha Lu ana com cara de banana – ela fala rindo
— É, é melhor a gente esperar nascer e a gente dar um nome.
— Pode ser – ela fala dando um leve sorriso.
O herdeiro do morro da Rocinha, [28/06/2023 16:37]
Ela beija a minha boca e eu correspondo o seu beijo, ela estava apenas de vestido e eu passo a mão pelas suas pernas, nossos beijos ficam mais intenso e ela se ajeita no meu colo colocando uma perna de cada, enquanto a gente se beijava, as suas mãos descem para o botão do meu calção e ela meio que levanta para que eu desça ele, nossos beijos ficam ainda mais intensos e eu começo a beijar os seu pescoço e puxo com o dedo a sua calcinha de lado apertando a sua b***a, ela abre um sorriso e fecha os olhos soltando um gemido gostoso em meu ouvido quando eu começo a introduzir meu p*u nela, ela vai encaixando a sua i********e e vai rebolando, subindo e descendo com as mãos sobre os meus ombros, eu aperto a sua b***a , ela começa aumentar o ritimo em que ela sentava em mim e eu passo as minhas mãos por de baixo do seu vestido agarrando em seus s***s e ela subia e descia com sua cintura em meu p*u, a gente se beijava e ela para de me beijar e me encara.
— O que foi? – eu pergunto para ela.
— A gente não deveria usar camisinha? – ela pergunta meio parada e preocupada e eu a encaro.
— Porque? Se você já está grávida – ela me encara – depois se preocupamos em usar – eu falo colocando minhas mãos por trás da sua nuca e trazendo ela para perto de mim e beijando sua boca novamente.