Montei na meiota e rumei de volta para a minha casa na maior calmaria, sentindo o vento da madrugada da Rocinha batendo no meu rosto. O desenrolo com a cúpula do Comando tinha sido papo de visão, tudo preto no branco, e o Rato já estava com o aval na mão para resolver aquela fita da Iris. Minha mente já estava traçando os planos para os próximos dias, organizando os moleques da barreira. Estacionei a moto na garagem, desliguei o motor e desci no sapatinho. Girei a chave na fechadura com o maior cuidado e empurrei a porta principal, entrando com calma para não fazer nenhum barulho e não acordar a Pietra. Só que, assim que passei pela sala, vi uma luz fraca vinda da cozinha. Forcei a vista e o meu coração deu um solavanco quando vi a Pietra ali, de pé, se esticando toda perto da pia pa

