O ódio que eu sentia correndo pelas minhas veias era tão quente que parecia capaz de me queimar por dentro. Eu estava trancada no meu quarto em pleno final de tarde, com a mente fervendo. O Russo achava que podia simplesmente me chutar da cama dele, me descartar como se eu não fosse ninguém por causa daquela p*****a da Pietra e que tudo ia ficar por isso mesmo? Ele estava muito enganado. Só porque eu dormia com ele, ele achou que eu ia aceitar ser trocada por uma grávida sonsa e sumir de cabeça baixa. Eu estava rindo sozinha ao lembrar do bilhete que mandei entregar com as flores no hospital mais cedo. O Rato e o Russo podiam se achar os donos da p***a toda, mas eu passei a perna neles direitinho. O Rato achou que estava na atividade controlando tudo na favela, mas só descobriu a minha mo

