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Mais a frente já em alto mar.. O Sereia Sangrenta cortava as águas frias e cristalinas do Mar do Norte com imponência. Seu casco n***o reluzia sob a luz do sol da tarde, refletindo a grandiosidade do cruzeiro que, até aquele momento, deslizava sem obstáculos pelo oceano. O navio era uma verdadeira obra-prima, o ápice do luxo e da tecnologia náutica moderna, projetado para enfrentar as mais intensas tempestades e, mais importante, para proporcionar uma experiência inigualável à sua futura clientela. No convés superior, Renato Guedes permanecia em silêncio, contemplando a vastidão do oceano. Seus olhos, um misto de ambição e satisfação, perdiam-se no horizonte sem fim. A brisa salgada soprava forte contra seu rosto, refrescante, carregando consigo o cheiro da liberdade e da conquista. Ele

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