A raiva, uma emoção crua e c***l, tomou conta de Renato como uma onda avassaladora. Não era mais o homem calculista e contido que as pessoas conheciam; naquele momento, ele sentia algo diferente em seu corpo, algo que o transformava, o tornava mais animalesco, mais primitivo. A raiva não se manifestava apenas em sua mente, mas em cada célula de seu corpo, como uma chama furiosa que consumia tudo em seu caminho. O sangue borbulhava em suas veias, e sua respiração estava pesada, carregada de um desejo por controle, por dominar, por não permitir que mais ninguém tentasse cruzar seu caminho ou desafiar sua autoridade. Ele não era um homem com quem se pudesse brincar, nem desafiar. Sua paciência já havia se esgotado, e as pequenas provocações estavam longe de ser toleradas. Renato sentiu seu c

