ISA Larguei o abajur enquanto gritava, me abaixando para cobrir minha cabeça enquanto o horror me enchia. O potencial de ser baleada, de tudo terminar tão de repente, parecia um conceito tão ridículo. Eu não queria nada mais do que estar em casa. Eu queria o conforto da minha vida mundana enquanto eu enrolava meu corpo em si mesmo e desejava que tudo acabasse. Rafael disse que me mataria se eu o deixasse. Eu não tinha acreditado nele. O silêncio seguiu o som do tiro e o grito de repreensão da mulher, deixando-me com nada além de minha imaginação para preencher as lacunas do que pode ou não estar vindo para mim. Eu não conseguia imaginar a realidade de que a foto tinha sido feita para outra pessoa, não quando parecia que estava na sala comigo. Mas uma olhada ao redor confirmou que não h

