A ambulância chegou e eu não queria demonstrar a Ana que eu estava completamente desesperado. Pedi ela calma, mas eu mesmo estou me remoendo por dentro. Não posso transparecer isso para ela. A pego do jeito que ela está, desço com ela. Taylor já está com a porta de casa aberta e os paramédicos já estão com a porta da ambulância aberta. Coloco Ana dentro a mesma está se contorcendo de dor. Ela não diz nada, mas sei que não está nada bem. Tenho medo que aconteça algo a ela e aos nossos filhos. Eu não poderia viver sem nenhum deles. Peço a Taylor para levar as roupas que coloquei na mala que está em cima da cama. A ambulância segue para o hospital. Já ligo para a Dra Greene, e digo a ela o que aconteceu. A mesma me diz que já vai para o hospital e que não é para deixar Ana nervosa. Pego na m

