F B
Levantei cedo e fui direto pra boca, mulher doida do c*****o vive cismando que eu tenho outra família, eu hein!
- Tu pulou da cama? - Binho entrou fazendo piada.
- Tive que pular, Bianca não me deixa quieto pô. - falei.
Conheci a mina no meu pior momento, a mulher que eu realmente amei tinha metido o pé com outro. E Bianca, foi o meu refúgio. Ela sabe que eu não amo, mas considero pra c*****o, e ela se aproveita disso. Vira e mexe a gente trampa na p*****a, mulher do c*****o mermo que cisma em bater de frente comigo.
- Para com isso pô, reclama mas não larga. - ele falou revirando os olhos.
- Você sabe o motivo, e cuida, vai trabalhar que tu não ganha dinheiro pra ser vagabundo não! - falei.
Abri a gaveta encontrando a foto dela ali, o tempo passa e ainda sim, eu não consigo esquecer ela. Entrei na vida errada, fiz várias m***a pra chegar onde eu cheguei, mas ela sempre esteve na cabeça pô. Bruna, ou melhor, Bruninha. Ela sim é a mulher que eu amo, mas se aparecer na minha frente é bem provável deu soltar bala nela.
Mina filha da p**a pô.
Hora de almoço e bate aquela larica fudida, subi pra casa rezando pra outra nem falar nada. Mas assim que coloquei o pé dentro de casa...
- Posso saber onde você tava Fabiano?! - ela já veio gritando.
- E Bianca, segura tua onda p***a. - gritei de volta.
- Fala direito comigo que eu sou tua mulher! - ela apontou o dedo na minha cara.
Dei um tapão na mão dela que a mesma arregalou os olhos.
Mané por o dedo na minha cara p***a, vá se fudê!
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