B R U N A Entrei no quarto onde dona Amélia agora, vivia. Ela não sai do quarto e eu pela correria, acabo não dando muita atenção para ela. Mas sempre que posso, estou presente. A encontrei deitada na cama, olhando para o outro lado toda encolhida. - Seja quem for, eu não quero visitas! - ela falou, provavelmente ouviu a porta do quarto fazer um breve barulho. - Nem se a visita for eu? - perguntei e ela se levantou, me encarando enquanto abria um sorriso bonito. Dona Amélia é tão cuidada, tão bonita. É uma pena a filha virar as costas para ela assim, sem nem pensar na mãe ou até mesmo no patrimônio. - Tenho sentido tantas saudades suas. - ela falou sorrindo. - É o trabalho, peço desculpas por isso! - falei sem graça. - Aí minha menina, não peça desculpas por ser livre. Você

