B R U N A Chegamos em Salvador e Vitor a todo momento me perguntava se eu estava bem, e o que estava sentindo. Ficaremos hospedados em um hotel por enquanto, cada um em seu quarto mas diz ele, já estar organizando uma casa para podermos ter privacidade. Assim que me sentei na cama, meu celular começou a tocar. Atendi já sabendo de quem se tratava por ver que o número era desconhecido. - Preta? - ouvi sua voz. - Oi... - falei desanimada. - Vt já me contou o que aconteceu. Você está bem, está sentindo algo estranho?! - ele perguntou eufórico, parecia preocupado. - Estou bem amor. - falei mais calma. Ouvir a voz de Fabiano me passava uma calmaria fora do comum, o que me deixa triste é saber que não tem data e nem hora certa pra eu vê-lo. Ficamos conversando durante um bom temp

