Porã apertou Cilla contra ele, sofrendo dos seus próprios erros, sentindo culpa. Ele que cuidava da irmã, foi buscar um suco e Cilla sumiu. — Vamos para casa. Meu carro está esperando. O quarto dos seus sonhos está lá. Uma vida… Cilla sorriu, mas olhou para Brutus. Ficaram olhando um para o outro. Brutus fechou os olhos. Sabia que não devia ter deixado que ela entrasse. Sabia que não devia ter deixado. Drog.a. Agora o peito doía e ia ficar sem ela, porque não podia obrigá-la a nada. Cilla abraçou o irmão, depois correu para Brutus e se agarrou a ele. — Podia vir, Brutus, vem? Ele balançou a cabeça. — Não posso. Sou daqui. Não posso desertar. Não posso, Cilla. Não posso ir. — Mas… — Não posso, Cilla. Mas você pode ir. Não vou te prender. E, se quiser ir, não vou brigar com seu irmão

