— O quê? Os olhos dele escureceram de intenção, não de raiva. — Se quer agir como dona da casa… tem que se comportar como dona dela na minha cama também. O tom era baixo, quente, firme. — Se quer agir como minha mulher… tem que ser minha mulher na cama também. Entendeu? Dafne tremeu.. — Eu… eu entendi, Nero… Ele não esperou mais nada. Caminhou até ela devagar, colocou a mão em sua cintura e puxou-a para perto, reduzindo o espaço entre os dois até o ar ficar quente, espesso. Foi um beijo firme. Quente. Profundo o bastante para fazer Dafne arfar. As mãos dele subiram pelas costas dela, guiando seu corpo até a cama. Quando caíram sobre o colchão, Nero apoiou parte do peso sobre ela — não esmagando, mas deixando claro que era ele quem conduzia. — Abre a boca, Dafne. — pediu, num

