Hera estava servindo suco aos soldados quando um deles sorriu para ela, demorando o olhar mais do que devia. — Quem fez o suco? — perguntou. — Está maravilhoso. — Eu — respondeu, simples. Ela sequer percebeu o elogio direito. Estava distraída, ainda com a cabeça em Dionísio, nos beijos trocados no corredor mais cedo, quando Nero os pegou aos beijo e com Hera com as pernas na cintura de Dionisio, agora, ele podia pegá-la, e estava dorando isso. O capo tinha saído assobiando, como quem flagra o irmão numa travessura e prefere rir a repreender. Foi puxada dos seus pensamentos pela voz do soldado, nem sabia o nome dele direito, os homenso chamavam de Gama, porque ele tinha a letra grega tatuada no braço. — E o suco de beterraba com cenoura que foi servido para o Dionísio? — continuou o s

