Dionísio reclamou, na verdade xingou alto quando Nero entrou no quarto. Nero riu, cruzando os braços. — De m.au humor, Díosio? Dionísio encarou o irmão como se fosse devolver o xingamento, mas acabou rindo também, porque Nero estava tirando onda com a cara dele, o capo grego, o rei do submundo estava bem humorado e muito. — Pra a banheira. — Nero apontou para o banheiro. — Você precisa parar de mancar… e é bom que você esfria um pouco também. — Engraçadinho você, capo… isso sim. Quanto tempo mesmo dessa vez? — Meia hora, meia hora e a acaba. E fazia frio, lá fora ventava. Mas se ele não começasse logo, ia arrastar a perna pelo resto da vida. A fisioterapia era necessária, e o gelo também ajudava com as dores de cabeça —a dor de cabeça havia diminuido em noventa por cento, mas ele

