— Cheguei — entrei na sala dele. Ele ergueu os olhos para me olhar e pegou o telefone. — Márcia, adie a próxima reunião e não quero ser incomodado — disse me olhando e colocou o telefone no gancho. Sentei-me na cadeira a sua frente e tirei meus óculos escuros. — Eu te ouvi sair de casa duas horas da manhã, Lolla, tentei te ligar, mas atender que é bom nada — mexeu as sobrancelhas me olhando e se mexeu na poltrona — Eu fiquei te esperando. — Eu já pedi desculpas, pai — digo o olhando. — Desculpas não vai me fazer sentir melhor. Eu fiquei com medo de você não voltar, como foi da última vez! — ele diz me olhando — Me desculpe pelo que fiz, pelo que disse a você ontem, mas filha... — ele põe a mão na boca e olha para outro lado e vejo que ele segura o choro, eu o vendo desse jeito já não

