"Um bordel?" A expressão no rosto de Emiliano foi impagável. Eu tentei tanto segurar o sorriso malicioso que implorava para se formar em meus lábios, ele tinha essa expressão de surpresa, choque, culpa, preocupação e, principalmente, confusão. Eu me endireitei na cadeira. "Sim, um bordel, tipo uma casa onde as putas vendem seus corpos para..." "Eu sei o que é um bordel, por que você está me perguntando isso?" Ele me questionou. "Bom, você vê... hum, ontem à noite, quando você me chamou de vagabunda, eu comecei a pensar seriamente nisso," Ele suspirou, mas eu o ignorei e continuei. "Então, eu pensei, por que deixar as pessoas me tocarem de graça quando posso ganhar dinheiro como qualquer outra p**a por aí, né. Pense bem, eu sou barata... Então, da próxima vez que você quiser se envolv

