Satan narrando Continuação — c*****o! Que delícia! Sua diabinha... — rosnei no ouvido dela, a minha voz saindo rasgada. Olhei para baixo e vi o rastro do sacrifício: o sangue dela melando todo o meu p*u, sujando o lençol branco, aquela visão fez uma onda de possessão passar por mim isso era o troféu da minha conquista, a prova de que eu tinha sido o primeiro, o único a entrar naquela b*******a, ela me olhou com os olhos marejados, uma mistura de dor e desejo eu a encarei de volta e, naquele segundo, senti um choque percorrer todo o meu corpo, uma conexão que eu não queria balancei a minha cabeça em negação, tentando afastar qualquer sentimento que não fosse puro t***o. — Satan... — ela sussurrou, a voz carregada de carência. — Me beija! O pedido dela foi como um tiro de advertência,

