Anjo narrando O destino gosta de brincar com a minha cara, só pode, eu já estava sentindo o gosto do poder, sentindo o couro daquela cadeira de patrão abraçar as minhas costas, pronto para dar as cartas no Jacarezinho, e do nada, me aparece uma assombração, o irmão do filho da p**a do Carniça surgiu das cinzas como se fosse o dono do mundo, e o pior: o cara não veio para brincar, na maior cara dura, o sujeito que atende pelo vulgo de Morte meteu a mão no telefone e ligou direto para o Satan, como se estivesse cobrando a conta da padaria. Eu estava ali, parado na porta, com a pistola na mão e a minha alma saindo pelo r**o, vendo o "coroa" baforar um baseado com uma calma que me dava náuseas. O Morte tirou o baseado da boca, soltou a fumaça bem devagar, me olhando de cima a baixo como se

